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Super Sanctum TD - Um Tower Defense muito maneiro

Certamente você já deve ter ouvido falar ou lido a respeito de algum jogo do gênero Tower Defense. Um exemplo bem conhecido é Plants VS Zombies, e nesse mundo existem milhares e milhares de jogos do mesmo estilo, mas acabam ficando meio obscuros. Super Sanctum TD é um desses, inclusive é um jogo ao qual eu não teria acesso normalmente se não fosse a democratização que a internet nos proporciona (de acesso ao conhecimento e facilidade na compra de conteúdo também!)

Ficha Técnica
Publisher/Desenvolvedora: Coffee Stain Studios
Data de Lançamento:  9 de maio de 2013
Plataforma(s): PC
Modos de Jogo: Singleplayer

Análise: Terraria e seu quase infinito mundo

Já entramos na oitava geração, a da continuidade. Mas, é claro, o espírito da sétima continua aqui e surgem as listinhas, além de retrospectivas, de que lições que ficam pra próxima e também o que dominou anteriormente. Se me perguntassem sobre o que foi a sétima geração de consoles, eu diria que foi sobre momentos. Sim, momentos. Por volta de 2006 houve o momento dos MMOs, depois o momento dos FPS, aí então o momento dos MOBAs (ainda rola, creio eu), e também o momento de Minecraft e os jogos de exploração que vieram depois dele. Foi uma geração longa, e houve vários jogos que quebraram paradigmas. Hoje eu falo de um jogo que, em pleno século XXI, parecia mais um clone e provou ser exatamente o contrário. Senhoras e senhores, lhes apresento Terraria.



Dados Técnicos
Lançamento: 16 de Maio de 2011
Developer/Pulibhser: Re-Logic 
Gênero: Plataforma, Aventura
Número de Jogadores: 1
Plataforma(s): PC, XBox 360, PS3 e plataformas móveis

A Quest do DLC

Maldita Valve! É a primeira coisa que eu tenho a dizer, já que o Steam tá com uma belíssima promoção de Indies até 29 de Março, fazendo com que jogos como Castle Crashers, Terraria e outros estejam com preços tão absurdamente baratos que a gente nem pensa na hora de mexer na carteira.

Enfim, um jogo que me chamou a atenção em meio a milhares de pesos-pesados na promoção foi um tal de DLC Quest. O preço normal dele no Steam é R$ 4,99, e caiu pra R$ 3,99. Não é um descontaço, mas o nome do jogo e as screens me deixaram interessado.


Dados Técnicos
Lançamento: Novembro de 2011(Xbox 360)/Março de 2012(PC)
Developer/Publisher: Going Loud Studios
Gênero: Plataforma
Número de jogadores: 1
Plataforma(s): PC / Xbox 360 (Live Market Place)


Zenonia: Como os RPGs para smartphones deveriam ser


Certamente a melhor parte da existência dos sistemas móveis, é a democratização que existe nas lojas de Apps, e isso faz com que surjam jogos e aplicativos realmente legais. Enquanto algumas empresas de grande porte adaptam suas franquias para os SOs móveis, criadores independentes resolvem apostar, e vez por outra lançam algo muito bom.

Zenonia é um destes bons jogos que foram lançados para as plataformas móveis: com uma jogabilidade simples, mas inteligente, puzzles legais e gráficos bonitinhos, não chegou a ser uma unanimidade, mas deveria ser um exemplo a ser seguido.

Dados técnicos
Lançamento: 28 de agosto de 2008
Desenvolvedora/Publisher: Gamevil
Gênero: RPG
Número de jogadores: 1

Full Throttle: Na estrada eu sou invencível, bitch!

Como sou acostumado a visitar com certa frequência sites que tratam sobre games antigos, acabo descobrindo uma pérola ou outra, de vez em quando, e também sempre acabo lendo sobre a chamada Era de Ouro dos Adventures.

Enfim, uma das pérolas que acabei encontrando foi um jogo que é lembrado por muitos: Full Throttle.

Dados técnicos
Lançamento: 30 de Abril de 1995
Desenvolvedora/Publisher: LucasArts Games
Gênero: Adventure/Point 'n' Click
Número de Jogadores: 1


The Lion King e como a Disney sabe fazer a magia

Ano novo, vida nova... jogos velhos! Levanta a mão aí e atire o primeiro .exe quem não tem aquele jogo de infância que nunca conseguiu zerar. Nem precisa ser por dificuldade ou pelo jogo ser longo demais, mas talvez pela falta de vontade mesmo (preguiça?) ou qualquer outro fator aleatório que possa interferir nas jogatinas.
Isso é viver, é aprender... Hakuna Matata!♫♪
Um jogo que sempre foi uma frustração pessoal minha por não ter zerado é The Lion King, do Super Nintendo. Lembro que quando eu era pequetucho, assisti o filme num desses cinemas móveis da vida, e ficou marcado até hoje na memória. Algum tempo depois conheci o jogo que, para minha tristeza, não pude zerar durante a infância. O cartucho era de um amigo, e minha família estava perto de mudar... Enfim, a história não teve um final feliz em se tratando de finalizar o game.

Felizmente existem os emuladores, que permitem a nós, jogadores, relembrarmos e jogarmos os jogos das gerações passadas dos consoles. E foi assim que finalmente retornei a The Lion King, jogo de se finalizar em uma só sessão.
Dados técnicos:

Fabricante: Virgin Interactive / Westwood Studios
Gênero: Aventura
Ano de lançamento: 1994

Número de jogadores: 1

Final Fantasy X e o pecado que varre o mundo


Estamos na época da Web Social e o mundo todo parece ter sido gamificado.  Final Fantasy hoje em dia esta aí no numero XIII (e ainda não tem o Versus!), existe a Live, a PSN... Toda essa evolução e transição de uma geração pra outra aconteceu muito rapidamente, e coisas que a gente nem imaginava, hoje existem (Kinect manda abraços e beijos) e são realidade. Voltando um pouco no tempo e indo até a geração PS2, vou falar aqui sobre o melhor RPG do console: Final Fantasy X.

Dados Técnicos
Lançamento: Julho de 2001 no Japão/ Dezembro de 2001 na América do Norte
Desenvolvedora e Publicadora: Squaresoft.
Número de jogadores: 1
 

Jogador Número 1 - A matrix do mundo literário

É engraçado quando começamos uma leitura descompromissada e sem expectativas mas acabamos nos surpreendendo, não? Comecei a ler o livro Jogador Número 1 sem ter lido resenhas ou procurado podcasts, assim, às cegas, e acabei me apaixonando pelo livro. Talvez pelo fato de parecer com a história de um matrix? Talvez por ter milhares de referências aos anos 80 e muitas delas geralmente a coisas nerds? Pode ser, mas Jogador Numero 1, de Ernest Cline, é tudo isso e muito mais.

Assassin's Creed: Irmandade

Há algum tempo postei aqui sobre o livro AC: Renascença, e falei sobre como achei o livro seco e direto demais, alem de reclamar do fato que ele segue o jogo tão fielmente que até descreve os tutoriais!

Resolvi ler o livro seguinte, o Brotherhood, mesmo que tivesse de fazê-lo  em ingles, mas por sorte achei em português e disponível bem a tempo. Enfim, de primeira eu devo dizer que achei este livro bem melhor do que o anterior, não sói pela  escrita de Oliver Bowden ter melhorado um pouco, mas pelo enredo, que melhorou bastante. Antes de continuar, devo lembrar que o post pode conter varios spoilers, inclusive sobre o primeiro livro, e como os livros de AC são baseados nos jogos, que são relativamente recentes, continue por sua conta e risco.

Assassin's Creed - Renascença

Já há algum tempo postei aqui no blog sobre Uncharted - O Quarto Labirinto, e vocês leram linhas e mais linhas de um cara enchendo a bola de uma das mais belas obras que tem por objetivo expansão de universo dos games para livros. Tá, depois que aquela cortina de fumaça que envolvia o livro e o quanto eu era fascinado por Uncharted caiu, percebi que não era uma coisa surpreendente e de fazer vomitar tijolos.
Acontece que, então, comecei a procurar por livros de franquias famosas do mundo dos games, e como próximo alvo escolhi Assassin's Creed. Acabei de ler o Renascença, e logo passarei para o Irmandade.

Enfim, AC - Renascença é a adaptação de AC 2 para o mundo dos livros, e foi escrito por Oliver Bowden. O objetivo do livro é acompanhar o caminho de Ezio Auditore e mostrar como ele se tornou um Assassino, e isso é concluído com certo louvor.

O problema é: o livro tenta trazer para as palavras tudo o que acontece em AC 2, e nesse ponto começa a falhar miseravelmente como uma obra literária. É tudo muito seco, muito rápido. Falta um detalhismo maior e uma liberdade na parte da história. Até mesmo o tutorial do jogo é descrito no livro(igual quando Ezio está num bordel aprendendo a se misturar à multidão)! Sabe, é como se eu estivesse lendo o que acontece no jogo, mas resumido. O pior nem é isso, mas quando aparecem trechos como "Ezio precisa chegar a lugar X", e duas linhas abaixo "Ezio chegou a lugar X", e isso acontece com muita frequência.

As maiores diferenças do livro para o jogo, é que faltam os acontecimentos atuais do Desmond (a história do livro ocorre só na época renascentista mesmo) e alguns nomes e detalhes que não causam um impacto no enredo. Talvez a pessoa que não tenha condições de comprar o jogo e se divertir explorando a história tenha uma ótima chance de conhecer bem o enredo geral lendo o livro, mas se você tiver um console da geração atual ou computador que rode o AC 2, a minha dica é que compre o jogo e nem olhe para o livro, pois seria perder dinheiro e tempo.

Apesar de todas as minhas altas expectativas com o livro terem sido destruídas, ainda estou com vontade de ler os outros (Irmandade e Cruzada Secreta, mesmo que tenha que pegar os livros em inglês, o que, afinal, não fará diferença nenhuma mesmo), só que mais por ser fã da franquia de jogos e da história geral do que pelos livros em si.


To The Moon



Vez por outra surge uma obra de arte aqui ou ali e prova que não é só com gráficos da nova engine do momento ou com as ultimas novidades em física e outras coisas que se faz algo realmente interessante.


AVISO: Este post pode conter spoilers, só leia completo se já tiver terminado o jogo.


Por vezes algo tomado como 'simples' pode ser surpreendente, um jogo que talvez seja mais uma história um pouco interativa, considerado como obra de arte por alguns. Afinal, quais são os mistérios e o que faz de To The Moon um sucesso de críticas mesmo sendo  'simples'? É isso que tentamos desvendar.


Antes de falar do enredo e tantas outras coisas de To The Moon, vou lembrar de que é o primeiro jogo comercial feito pela Freebird Games (mais especificamente por Kan Gao), e foi lançado em novembro de 2011, pode ser comprado pelo site oficial por cerca de R$ 23.


No início do jogo somos apresentados à Eva Rosalene e Neil Watts, dois cientistas que trabalham para uma corporação que realiza os sonhos das pessoas. Mas (e geralmente sempre tem um 'mas'), os clientes dessa empresa em geral são pessoas em estado terminal. Não é uma coisa simples de se contar em um post, mas funciona de uma forma parecida com as inserções do filme A Origem: há uma máquina em To The Moon que permite aos cientistas entrar na cabeça do paciente e reorganizar as memórias desde como maneira de fazê-lo acreditar que já tenha realizado o seu sonho ou conquistado determinado objetivo.
Exemplificando, vamos supôr que Joãozinho está morrendo e seu sonho era ter sido um jogador de futebol famoso. Os cientistas usam a máquina, entram na cabeça de Joãozinho, vão mexendo e organizando suas memórias para fazer com que pense que foi um jogador de futebol famoso.


Aí está um dos grandes motivos dos clientes dessa empresa serem em sua maioria pessoas no estado terminal. Já imaginou que choque de realidade Joãozinho não sofreria se em suas memórias ele fosse um jogador de futebol famoso e rico mas ao acordar a realidade fosse a de um trabalhador simples e que não foi bem sucedido? Seria um caos, realmente! Provavelmente esse conflito faria o paciente querer morrer, e é esse o maior motivo de todos para que Eva e Neil façam seus trabalhos apenas quando os pacientes estão em fase terminal. Talvez por serem profissionais que trabalhem com algo que pode, literalmente, mudar a vida de seus pacientes e também as suas, é que eles tentam levar tudo no bom humor, o que proporciona algumas gargalhadas durante o jogo.


O paciente da vez é Johnny Wyles, e seu maior sonho sempre foi o de ir à lua. No começo não temos muitas informações sobre quem é Johnny e o motivo dele querer ir para a lua. Com o desenrolar da trama, vamos conhecendo a história do paciente já velho e vendo suas motivações. Para viajar no passado do paciente é necessário colher objetos e combiná-los para que eles criem links para o passado e você possa ir mais e mais fundo. Com o passar do tempo, somos apresentados à River, que, em minha opinião fecal, é uma das melhores personagens femininas de todos os tempos da história dos games. River sofre da Síndrome de Asperger, e por algum motivo que você tem que jogar pra saber, é muito importante na história de Johnny.

Alguns trechos vão mostrar a infância do rapaz e seu relacionamento com River, e ainda é possível chegar ainda mais longe. Quando se chega à parte mais profunda das lembranças de Johnny, vemos o que causou o seu desejo de ir até a lua, e é praticamente aí que as lágrimas caem (se ainda não caíram durante alguma outra passagem do game). Há horas em que o personagem principal parecerá frio e sem coração, mas (e pode parecer um clichê essa frase) tudo pode ser compreendido no final, que é realmente de se arrancar lágrimas. 
Os diálogos são muito bem escritos e tem um peso imenso no que tange ao psicológico, tanto dos personagens quanto do jogador. Os gráficos então nem se fala: são tão primorosos quanto os diálogos. A qualidade de iluminação e construção dos mapas é algo raramente visto no RPG Maker, o que me leva ao próximo ponto da análise: a trilha sonora.

A trilha sonora obviamente foi bem trabalhada e construída para deixar o clima o melhor possível. Objetivo certamente atingido. O maior problema do jogo é justamente a jogabilidade, demasiado simples. Os puzzles com mouse são até bem construídos e a jogabilidade do game inteiro pode fazer parecer um point 'n' click. Mas, ao usar o mouse como sistema principal quebra uma das limitações da própria engine que foi utilizada e faz pensar que o RPG Maker pode ir até muito mais além do que já foi mostrado. 
No fim das contas, To The Moon é uma ótima experiência. O jogo tem aproximadamente cinco horas de duração, que passam muito rápido. O fator replay é que você pode escolher tanto Neil quanto a Eva, e muda um pouco a experiência que se pode ter. O game também deixa comprovado que é possível fazer algo extremamente bonito e profundo no RPG Maker, basta querer e ter dedicação suficiente. Recomendo a muitos que acham que estão fazendo o jogo perfeito e que vão talvez quebrar a cara ao ver a expressividade dos sprites de To The Moon, o que faz lembrar da expressividade dos sprites dos Final Fantasy de Super Nintendo. 

O netbook de 100 dólares


Não faz muito tempo uma tendencia chinesa apareceu no mercado: netbooks baratos. Com um hardware minimo, processadores ARM e sistemas minimalistas, eles tem por diferencial o preço. Tendo uma tela de 7" e geralmente o sistema pré-instalado sendo o Windows CE, será que compensam tanto assim? É o que veremos neste post!

No começo do ano eu queria muito comprar um tablet. A idéia de ter na palma da minha mão uma tela de 7" para poder ler livros, ver filmes, consultar apostilas e ate acessar a internet muito me agradava. Acontece que o tablet não veio e acabei ganhando um netbook do meu irmão @_crazymark. Pra mim o netbook foi e é bem melhor que o tal tablet. Em um tablet o principal é a tela, e se você risca compromete seriamente a usabilidade do eletronico. Para digitar decentemente o melhor seria uma case com teclado, o que levaria mais dinheiro ainda. Já no netbook vem um teclado QWERTY integrado, por ser um netbook, nao temos que aguentar um touch sofrivel resistivo, entre vários outros fatores.

E se falando de tablet também, uma professora minha tem um desses tablets xing-lings. O touch é tão agil, o sistema é tão rapido... Só que não. A conectividade via Wifi era limitada, o tablet também só funcionava no tapa (literalmente) e de bom mesmo só a case de couro.
Vamos para o quesito hardware: o netbook contém memória Flash de 2GB e ram de 256MB. A memória interna e expansivel por meio de pendrives e capacidade para cartão de memória de até 8GB. A bateria tem capacidade para até 3 horas no Wifi (segundo a caixa), mas se durar uma hora e até bastante (mesmo sem conexão alguma). Tem três entradas USB, uma entrada ethernet, plugs P2 para saída e entrada de aúdio também. Os alto falantes dão conta do recado, e a resolução da tela e de 800x640.

O sistema que veio junto, Windows CE, não é um grande sistema. É uma versão capada do windows de desktops, com arquitetura ARM e visual do Windows 98. Pré instalado no sistema veio o Windows Media Player 9, JET CET PDF Viewer, Foxit PDF Reader (numa versão demo!), a suite Soft Maker (criador de Textos, Planilhas, arquivos PPT), Paint, um prompt de comando na versão pocket, internet explorer, WinRAR, entre outros aplicativos.

O maior problema do netbook vem sendo geralmente o sistema: o WinCE e muito limitado e os aplicativos são escassos. Muitas vezes os aplicativos existentes pra ele nem funcionam, e o sistema nem oferece suporte a modens 3G! A conectividade do netbook então fica limitada a internet cabeada e Wifi. O acesso via internet explorer e sofrivel, então recomendo a instalação do Opera Mini para WinCE.
Por padrão tambem não é possivel colocar acentos nas palavras, mas uma rom customizada pode resolver isso.

Ha possibilidade de melhorar? Sim. Colocando um android 2.2, que ja suporta modem 3G e tem milhares de aplicativos, já é possivel melhorar consideravelmente. A instalação pode ser feita via boot no cartão de memória, já que o netbook não dá boot por USB.

No mais, não são aparelhos ruins. Eles se propõem a ser aparelhos simples que te dão acesso a internet e o minimo necessário para poder ouvir músicas e assistir videos (não do YouTube. Pelo menos não sem alguma gambiarra), e também ler PDFs. Jogos e emuladores mesmo só com algum Android da vida instalado. O aparelho cumpre o que promete com maestria, mas é sempre bom ter o carregador a mão, pois alguma hora a bateria pode te deixar na mão quando mais precisar.

Por ser um aparelho pequeno, e facíl de levar e discreto, além de leve. O design e até atraente e as teclas são gostosas de se utilizar. Por US$ 100, vale a compra. Não recomendo comprar no Brasil pois aqui muitos colocam um preço absurdo de geralmente 300 reais, e nessa faixa de preço compensa pouco pelo que oferece. Por isso, vale a pena importar. Muitas vezes e possível achar um netbook desses por menos de 90 doláres, e com Android instalado já de fabrica! Nessa faixa de preço compensa, e muito.

Linux Mint Debian Edition - Primeiras impressões

O mundo do linux tem várias distribuições, o que significa mais opções de sistemas pra instalar no computador e escolher o que mais te agrada como usuário. Para citar algumas temos o Debian, OpenSuse, Ubuntu, Linux Mint, entre várias outras distribuições.

The King Of Fighters EX: Neo Blood

Todos sabemos que depois de um tempo The King Of Fighters, a maior série de jogos de luta de todos os tempos, começou a andar mal das pernas e decair. E só ultimamente algo vem sendo realmente feito para levantar a série nesse mundo 3D (como foi feito com Mortal Kombat no lançamento de Mortal Kombat 9 *-*)

Plants vs Zombies



O mercado dos jogos continua muito bem obrigado, e a onda dos jogos sociais também. Uma onda que vem abrindo espaço no mundo dos jogos e diversão é a dos Tower Defense, jogos onde o objetivo é defender algum local (casa, praia, ou torre) de alguma ameaça.

Nestes ultimos dias acabei descobrindo, por acaso, um jogo que tem recebido ótimas críticas e se tornou um sucesso assim como Angry Birds, claramente estou falando de Plants vs. Zombies.




Sonic Advance




Esses dias me bateu então uma vontade de jogar Sonic tão grande que eu não me importaria nem se fosse algum jogo em Flash (tipo aquele Final Fantasy Sonic whatever), daí tentei rodar Sonic aqui no Linux. Fui buscar os emuladores, instalei, e depois fui procurar ROMs (:
Como eu tenho um emulador de GBA no celular também, procurei especificamente roms de Sonic para GBA (tentando não achar aquele maldito Sonic Battle!), e achei Sonic Advance. Procurei algumas screens no Google e resolvi dar uma chance pro jogo, mesmo desconfiado, já que a SEGA não vinha acertando desde Sonic Adventure 2 (my opinion, e ainda aquela abertura foi a maior enganação em Sonic Adventure 2, pois começa com o Sonic num ritmo muito alucinante, eletrizante e mais alguma coisa terminada com 'ante', e depois eu achei que o ritmo do jogo se quebrou nas fases seguintes, não gostei da obra total, e Sonic Unleashed pra mim só prestou no celular e olhe lá. BTW: não gostei daquele Sonic no qual ele interage com humanos. PQP, uma humana beijando o Sonic é quase tão blasfêmia quanto Sonic num VG da Nintendo), mas fui jogar. O resultado, galera, foi que eu joguei um dos melhores games de Sonic que eu já vi na minha vida.


Acabei vendo um jogo de Sonic bem feito, em 2D plataforma, igual nos clássicos. Mas esse jogo é MUITO BEM FEITO, MESMO, sendo que o Design das fases ficou legal (elas são realmente bonitas) e tudo ali é muito bonito. As musicas combinam também com o jogo, apesar de serem ótimas (digamos que apenas cumprem o papel que é dado a elas).
Outro ponto é a jogabilidade, que se aproxima muito dos Sonics clássicos de Mega Drive. Apesar de que tem nego dizendo que a velocidade não é tanta, eu achei a velocidade até boa, pra não dizer ótima. A jogabilidade dos personagens em si é um ponto forte.



Sonic mudou bem pouco (se você aperta B ele dá uma espécie de rasteira, sei lá o que é isso, se aperta duas vezes ele vira tipo de um mortal ou coisa assim, sei lá como chamam isso xD), Tails tá comprovando que é moça usando o rabo pra golpear os inimigos (eu sei que ele é macho, mas eu tinha que zoar um pouco desse desgraçado que me enchia o saco em Sonic 2!), e o Knux (não leio Nâkows não, leio Knux, porque sou brasileiro, poha!) tá mais badass, agora dá uma sequência de socos. Só aquela Amy que estranhei, porque a jogabilidade dela não permite fazer Spin Dash ou algo do gênero (na real ela nem entra no Spin [bolinha], o que é um verdadeiro saco), mas ela usa o martelo dela pra golpear os badniks no ar, o que não melhora a jogabilidade dela.

Mudando um pouco, como eu falei ali em cima os gráficos são bonitos (falei das fases). Achei bonitos também os sprites dos personagens. Não são os mesmos do Mega, são mais 'atuais', e mesmo assim são sprites bacanas, bem desenhados. Notei até que o Sonic desse jogo tem o olho verde xD.

No mais, é um excelente jogo , que contém um modo especial no Menu onde você cuida de um Chao como se ele fosse um Tamagochi (eu não curti muito porque eu ja tenho meus Pokémon e vou cuidar/alimentar/treinar/evoluir apenas eles Twisted Evil ), o que adiciona muito também (:



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Tá aí galera, tentei apresentar um pouco desse jogo magnífico pra vocês e espero que quem tenha jogado deixe sua opinião aqui no tópico (:


Créditos das imagens: brothersoft.com; powersonic.com.br; sonic-zone.com.br e sonic-pt.com

Angry Birds

Confesso que por muito tempo fiquei ouvindo vários comentários de amigos meus sobre Angry Birds e mesmo assim nunca fiquei cético em relação a esse jogo. Afinal, estamos na era em que os jogos que são realmente divertidos voltam a dominar o mercado, fazendo lembrar da era dos 8 e também dos 16 bits.
Só lembrar de jogos com Castle Crashers e Limbo, que se tornaram sucessos atuais por aí, e o famoso Plants vs Zombies também.

Então, o que falar de Angry Birds? Muita coisa.

É a hora do Rock! A Corrida do Rock ‘n Roll

O título pode ser chamativo, e fazer pensar que eu vou falar do bom e velho Rock ‘n Roll, e eu vou, mas não exatamente dele, xD.
Let's Rock!

O poder das fazendinhas!

O pesadelo de qualquer Nerd que se tornou gamer, é ultimamente ter ouvido falar e MUITO das tais fazendinhas. Claro, poderiam falar de Mario, poderiam falar do Link, poderiam falar do Sonic, poderiam falar de Pokémon. Mas, todo mundo fala nas benditas fazendinhas...

Remakes, Remakes, Remakes e Fan Games. São algumas das maravilhas do mundo de Pokémon, tanto nos consoles quanto nas Roms deles (: