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He Jugado: Zatch Bell! Mamodo Battles
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Roberto Junior,
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terça-feira, outubro 01, 2013
Fala galera, depois de muitos séculos sem a coluna "He Jugado" na ativa, voltei com mais um post contando as peripécias e também o que tenho jogado ultimamente. (Pra você que não sabe, a He Jugado já teve outras edições. Clica aqui pra ver as postagens anteriores)

Dessa vez, a obra que vem sendo alvo do meu gameplay (e também dedicação, vale destacar) se chama Zatch Bell! Mamodo Battles. É mais um daqueles jogos de luta baseados em mangás e animes, seguindo um arco da história à risca, com determinados personagens daquele ponto e outros adendos. Se você achou que a descrição é genérica demais, se acostume. Raramente um game que trata de franquias que tem como alvo os nipônicos vai fugir da regra. É só analisar jogos de Dragon Ball, Naruto, Saint Seyia e outros: pega-se um arco da história (já que geralmente o jogo é desenvolvido e publicado quando a trama da obra ainda está acontecendo), os personagens que a compõem, as técnicas que eles sabem até o momento, além do vilão do arco também e é tudo 'jogado' no mesmo pacote que vira o jogo. Alguns inclusive são criativos no modo história, com pequenas missões e outras coisas pra enfeitar (é o caso de muitos jogos da franquia Naruto, por exemplo), mas tem aqueles em que mesmo o modo história é baseado na porrada, com enredo simplificado.
A Grande Aventura de Abobo
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Roberto Junior,
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domingo, agosto 25, 2013
Dizem as lendas (e as revistas de jogos também), que numa época em que a indústria dos games se encontrava desacreditada após o estouro de uma bolha, surgiu uma empresa com o que parecia ser a solução para tudo. E isso foi bem nos anos de 1980, quando a japonesa Nintendo resolveu entrar na briga (briga? Pra competir com quem mesmo?) com seu console NES, que trouxe milhares de personagens e franquias que ficaram na memória de muitos jogadores de futuras gerações. Inclusive trouxe também um simpático encanador que faz bicos em outras profissões até hoje.
Mas este post não é sobre essa empresa japonesa, nem o console ou mesmo o simpático encanador pobre. É sobre um cara que queria ter seu espaço nos anos 80, mas nunca teve a oportunidade...
Mas este post não é sobre essa empresa japonesa, nem o console ou mesmo o simpático encanador pobre. É sobre um cara que queria ter seu espaço nos anos 80, mas nunca teve a oportunidade...
Ficha Técnica:
Desenvolvedora/Publisher: I-Mockery
Plataforma: PC (Windows) e Mac
Data de lançamento: 11 de Janeiro de 2012
Número de Jogadores: 1 a 2
Gênero: Ação-aventura
As memórias aniquiliadas do morro do silêncio
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segunda-feira, agosto 19, 2013
Devo confessar que antes de tocar em Silent Hill: Shattered Memories minha pessoa nunca havia sequer entrado em contato com algum outro jogo da franquia. Sempre ouvia amigos darem suas opiniões sobre Silent Hill por aqui e ali, mas não havia me interessado comprar um DVD ou copiar/piratear/baixar algum game que fosse da franquia.
Mas o tempo foi passando, a curiosidade crescendo, e a lista de games interessantes de PS2 foi diminuindo, até que chegou o derradeiro dia em que me desafiei a jogar algum Silent Hill. Eu não iria voltar ao primeiro de imediato, nem jogar os outros numerados sem ter jogado o primeiro, então após pesquisar e pesquisar, o escolhido foi o Shattered Memories, remake do primeiro game da franquia. E lá fui eu, pegar o jogo emprestado (pra não devolver jamais, MUAHAHAHAHAHAHA) e mandar ver.
Mas o tempo foi passando, a curiosidade crescendo, e a lista de games interessantes de PS2 foi diminuindo, até que chegou o derradeiro dia em que me desafiei a jogar algum Silent Hill. Eu não iria voltar ao primeiro de imediato, nem jogar os outros numerados sem ter jogado o primeiro, então após pesquisar e pesquisar, o escolhido foi o Shattered Memories, remake do primeiro game da franquia. E lá fui eu, pegar o jogo emprestado (pra não devolver jamais, MUAHAHAHAHAHAHA) e mandar ver.
ATENÇÃO, ANTES DE CONTINUAR, DEVO AVISAR QUE A CRÔNICA ABAIXO PODE E VAI CONTER SPOILERS. SE VOCÊ NÃO JOGOU SHATTERED MEMORIES AINDA, CRIE VERGONHA NA CARA E VÁ JOGAR ANTES DE LER PRA NÃO FICAR DE 'MIMIMI, SPOILER' DEPOIS! OUTRA NOTA IMPORTANTE: SH: SHATTERED MEMORIES FOI ORIGINALMENTE DESENVOLVIDO PARA O WII E DEPOIS PORTADO PRA PS2 E PSP. QUE FIQUE AVISADO AOS MIMIZENTOS DE PLANTÃO ;-)
Dados os devidos avisos, clique no "Ler mais" e desfrute do post!
Crônicas do Tio RD: Super Mario 64 (Parte 1)
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Roberto Junior,
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terça-feira, agosto 14, 2012
Como se eu já não tivesse muita coisa pra fazer e muita coluna inativa pra postar, tomei por fim mais um desafio: postar as minhas crônicas gamísticas. Vou fazer isso conforme for jogando os jogos e detonando eles, vou colocando aqui o que acontece enquanto o game se desenrola, contando a história, os perrengues pelos quais passo e outras babaquices que derem na telha!
Enfim, a bola da vez é o Super Mario 64, um dos dez melhores jogos de N64 (na minha opinião) e a melhor transição de 2D para 3D em uma franquia da história. Foi lançado em Setembro de 1996 nos Estados Unidos e fui conhecer essa raridade em 2005! Mas nada como voltar a jogar os clássicos, não é mesmo?
Estou ainda longe de terminar essa bagaça, então a meta é que saia um post por semana (talvez até mais, dependendo da ocasião) até que eu zere o jogo. O primeiro post não está vazio, até porque tenho duas estrelas na conta (ainda, pois reiniciei o meu progresso pra fazer a série de posts) e vou contar como as consegui!!!
A primeira coisa que tenho a dizer é CARACA!!!!111!!!ONZY!!! Vivi eras jogando Super Mario no estilo 2D (avá) e achava que aquilo ali era o máximo, e com certeza sempre foi. Meu maior medo era que quando Mario tivesse de virar 3D acabasse igual ao Sonic: abandonado e cheio de jogos medíocres em 3D. Felizmente a Nintendo sabe como ninguém usar as manhas de programação e fazer joguinhos viciantes e com jogabilidade animal. Entrei no jogo e nada de jogabilidade tosca, haha: Mario pula, corre, anda devagarinho, faz mil coisas num universo que na época do lançamento era totalmente novo.
A história? Bom, sei que comecei a jogar com o Mario saindo de um cano e andando tranquilamente pelo mapa. Sabe aquela sensação de que tá tudo tranquilo demais? Pois é, o encanador vagando de boa por aí não é algo que se vê todo dia, e eu podia jurar que tinha treta naquilo ali! E o pior é que tinha mesmo. Chegando na porta do castelo, um bicho estranho segurando uma câmera veio voando me avisar que ele ia me filmar em todo o meu caminho por aquele mundo, e que o bolo que a Peach tava fazendo pra mim foi cancelado. O motivo? Bowser, aquele demente que adora raptar donzela (não leu errado não, é donzela mesmo. Aquele desgramado só rapta a Peach) tinha atacado de novo, roubado 120 estrelas que estavam dentro do castelo (sabe Deus como foi caber tanta estrela dentro do lugar) e ainda tava com a minha princesa! Uma coisa dessas não merece nem pagamento de resgate, o cara tem que apanhar na face até pedir pra sair, e esse tornou meu objetivo: derrotar o vilão (e, claro, pegar o bolo!).
Pé na porta e tapa na cara, entrei no castelo. Lá dentro o Toad me avisou sobre o papo das estrelas vi milhares de portas (mentira, eram só umas oito) no castelo, e a maioria delas tinha uma estrela com número desenhada. Meus sentidos paranormais me diziam que nas portas com número não ia me dar bem, mas, como sou teimoso, lá fui eu tentar abrir uma porta na qual tinha uma estrela gigante desenhada com o número 8. Segundo as instruções, só conseguiria entrar ali se tivesse oito ou mais estrelas, então resolvi correr atrás das estrelas pra entrar na maledita porta!
Entrando na porta que tinha a estrela sem indicação de número, me deparei com um quadro, e chegando perto do negócio ele começou a tremer! Primeira coisa que pensei foi: Vai de retro satanás! Talvez o quadro não tivesse tremido, e sim fosse uma ilusão devido à minha fome (por causa do bolo).
Tomando coragem, voltei a me aproximar do quadro, que tremeu novamente. Não tive dúvidas: algo se escondia ali, e bem que podia ser o bolo! Não hesitei: pulei pra dentro! Apertei A e apareci num mundo cheio de bombinhas, então movi a câmera e percebi uma colina ao longe. Minha lógica de encanador passou a funcionar e se tornou óbvio meu objetivo: alcançar a colina. Recolhi algumas moedas pelo caminho, descobrindo que elas recuperavam a energia que eu acabava perdendo por encostar nas bombas que via pelo caminho. Demorou uma eternidade, afinal de contas enquanto eu subia a colina milhares de bolas de ferro vinham em direção à minha pessoa. Afinal de contas, porque raios alguém que mora no topo de uma fucking colina ia querer BOLAS DE FERRO descendo pra acertar as pessoas? E se um parente viesse visitar o cara do topo e morresse? Perguntas sem resposta, infelizmente. Demorei, mas cheguei no topo da colina. Lá havia uma bomba gigante com uma coroa de rei, mas temi me aproximar e a bomba explodir na minha cara. Depois de algum tempo criei vergonha na cara e cheguei perto da bomba. Pedi educadamente a estrela, mas o rei se negou a entregá-la pra mim.
Após diálogo tão duradouro e comovente, fui obrigar o rei a me entregar a estrela. Cheguei por trás dele (ui) , segurei o gordinho e joguei no chão. Não pareceu fazer efeito, mas repeti o processo mais uma, duas vezes, até que deu resultado e o infeliz se mandou. Apareceu uma bela estrela dourada e eu pulei nela sem pensar duas vezes. Infelizmente não tive tempo deobrigar pedir ao rei que removesse as bolas de ferro da colina pro caso de eu querer voltar, então entrei novamente no quadro para fazer isso.
Só que, ao aparecer no mundo das bombinhas de novo, uma tartaruga me desafiou em uma corrida até o topo da colina. Achei que ia ganhar alguma recompensa, então topei o acordo. Corri mais do que o Sonic e quase perdi a corrida, devido ao fato das bolas de ferro da colina continuarem lá, mas ganhei, e quando a tartaruga chegou e me viu em primeiro ganhei mais uma estrela! Que bom, hein? Duas estrelas num dia só. Depois que peguei a estrela e saí do mapa, salvei e desliguei o jogo, que continua lá e será desbravado novamente, para que um novo post seja feito na semana que vem.
Abraços e até a próxima parte das minhas crônicas de Super Mario 64!
Enfim, a bola da vez é o Super Mario 64, um dos dez melhores jogos de N64 (na minha opinião) e a melhor transição de 2D para 3D em uma franquia da história. Foi lançado em Setembro de 1996 nos Estados Unidos e fui conhecer essa raridade em 2005! Mas nada como voltar a jogar os clássicos, não é mesmo?
Estou ainda longe de terminar essa bagaça, então a meta é que saia um post por semana (talvez até mais, dependendo da ocasião) até que eu zere o jogo. O primeiro post não está vazio, até porque tenho duas estrelas na conta (ainda, pois reiniciei o meu progresso pra fazer a série de posts) e vou contar como as consegui!!!
A primeira coisa que tenho a dizer é CARACA!!!!111!!!ONZY!!! Vivi eras jogando Super Mario no estilo 2D (avá) e achava que aquilo ali era o máximo, e com certeza sempre foi. Meu maior medo era que quando Mario tivesse de virar 3D acabasse igual ao Sonic: abandonado e cheio de jogos medíocres em 3D. Felizmente a Nintendo sabe como ninguém usar as manhas de programação e fazer joguinhos viciantes e com jogabilidade animal. Entrei no jogo e nada de jogabilidade tosca, haha: Mario pula, corre, anda devagarinho, faz mil coisas num universo que na época do lançamento era totalmente novo.
A história? Bom, sei que comecei a jogar com o Mario saindo de um cano e andando tranquilamente pelo mapa. Sabe aquela sensação de que tá tudo tranquilo demais? Pois é, o encanador vagando de boa por aí não é algo que se vê todo dia, e eu podia jurar que tinha treta naquilo ali! E o pior é que tinha mesmo. Chegando na porta do castelo, um bicho estranho segurando uma câmera veio voando me avisar que ele ia me filmar em todo o meu caminho por aquele mundo, e que o bolo que a Peach tava fazendo pra mim foi cancelado. O motivo? Bowser, aquele demente que adora raptar donzela (não leu errado não, é donzela mesmo. Aquele desgramado só rapta a Peach) tinha atacado de novo, roubado 120 estrelas que estavam dentro do castelo (sabe Deus como foi caber tanta estrela dentro do lugar) e ainda tava com a minha princesa! Uma coisa dessas não merece nem pagamento de resgate, o cara tem que apanhar na face até pedir pra sair, e esse tornou meu objetivo: derrotar o vilão (e, claro, pegar o bolo!).
Pé na porta e tapa na cara, entrei no castelo. Lá dentro o Toad me avisou sobre o papo das estrelas vi milhares de portas (mentira, eram só umas oito) no castelo, e a maioria delas tinha uma estrela com número desenhada. Meus sentidos paranormais me diziam que nas portas com número não ia me dar bem, mas, como sou teimoso, lá fui eu tentar abrir uma porta na qual tinha uma estrela gigante desenhada com o número 8. Segundo as instruções, só conseguiria entrar ali se tivesse oito ou mais estrelas, então resolvi correr atrás das estrelas pra entrar na maledita porta!
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Entrando na porta que tinha a estrela sem indicação de número, me deparei com um quadro, e chegando perto do negócio ele começou a tremer! Primeira coisa que pensei foi: Vai de retro satanás! Talvez o quadro não tivesse tremido, e sim fosse uma ilusão devido à minha fome (por causa do bolo).
Tomando coragem, voltei a me aproximar do quadro, que tremeu novamente. Não tive dúvidas: algo se escondia ali, e bem que podia ser o bolo! Não hesitei: pulei pra dentro! Apertei A e apareci num mundo cheio de bombinhas, então movi a câmera e percebi uma colina ao longe. Minha lógica de encanador passou a funcionar e se tornou óbvio meu objetivo: alcançar a colina. Recolhi algumas moedas pelo caminho, descobrindo que elas recuperavam a energia que eu acabava perdendo por encostar nas bombas que via pelo caminho. Demorou uma eternidade, afinal de contas enquanto eu subia a colina milhares de bolas de ferro vinham em direção à minha pessoa. Afinal de contas, porque raios alguém que mora no topo de uma fucking colina ia querer BOLAS DE FERRO descendo pra acertar as pessoas? E se um parente viesse visitar o cara do topo e morresse? Perguntas sem resposta, infelizmente. Demorei, mas cheguei no topo da colina. Lá havia uma bomba gigante com uma coroa de rei, mas temi me aproximar e a bomba explodir na minha cara. Depois de algum tempo criei vergonha na cara e cheguei perto da bomba. Pedi educadamente a estrela, mas o rei se negou a entregá-la pra mim.
Após diálogo tão duradouro e comovente, fui obrigar o rei a me entregar a estrela. Cheguei por trás dele (ui) , segurei o gordinho e joguei no chão. Não pareceu fazer efeito, mas repeti o processo mais uma, duas vezes, até que deu resultado e o infeliz se mandou. Apareceu uma bela estrela dourada e eu pulei nela sem pensar duas vezes. Infelizmente não tive tempo de
Só que, ao aparecer no mundo das bombinhas de novo, uma tartaruga me desafiou em uma corrida até o topo da colina. Achei que ia ganhar alguma recompensa, então topei o acordo. Corri mais do que o Sonic e quase perdi a corrida, devido ao fato das bolas de ferro da colina continuarem lá, mas ganhei, e quando a tartaruga chegou e me viu em primeiro ganhei mais uma estrela! Que bom, hein? Duas estrelas num dia só. Depois que peguei a estrela e saí do mapa, salvei e desliguei o jogo, que continua lá e será desbravado novamente, para que um novo post seja feito na semana que vem.
Abraços e até a próxima parte das minhas crônicas de Super Mario 64!
To The Moon
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Roberto Junior,
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segunda-feira, julho 30, 2012
Vez por outra surge uma obra de arte aqui ou ali e prova que não é só com gráficos da nova engine do momento ou com as ultimas novidades em física e outras coisas que se faz algo realmente interessante.
AVISO: Este post pode conter spoilers, só leia completo se já tiver terminado o jogo.
Por vezes algo tomado como 'simples' pode ser surpreendente, um jogo que talvez seja mais uma história um pouco interativa, considerado como obra de arte por alguns. Afinal, quais são os mistérios e o que faz de To The Moon um sucesso de críticas mesmo sendo 'simples'? É isso que tentamos desvendar.
Antes de falar do enredo e tantas outras coisas de To The Moon, vou lembrar de que é o primeiro jogo comercial feito pela Freebird Games (mais especificamente por Kan Gao), e foi lançado em novembro de 2011, pode ser comprado pelo site oficial por cerca de R$ 23.
No início do jogo somos apresentados à Eva Rosalene e Neil Watts, dois cientistas que trabalham para uma corporação que realiza os sonhos das pessoas. Mas (e geralmente sempre tem um 'mas'), os clientes dessa empresa em geral são pessoas em estado terminal. Não é uma coisa simples de se contar em um post, mas funciona de uma forma parecida com as inserções do filme A Origem: há uma máquina em To The Moon que permite aos cientistas entrar na cabeça do paciente e reorganizar as memórias desde como maneira de fazê-lo acreditar que já tenha realizado o seu sonho ou conquistado determinado objetivo.
Aí está um dos grandes motivos dos clientes dessa empresa serem em sua maioria pessoas no estado terminal. Já imaginou que choque de realidade Joãozinho não sofreria se em suas memórias ele fosse um jogador de futebol famoso e rico mas ao acordar a realidade fosse a de um trabalhador simples e que não foi bem sucedido? Seria um caos, realmente! Provavelmente esse conflito faria o paciente querer morrer, e é esse o maior motivo de todos para que Eva e Neil façam seus trabalhos apenas quando os pacientes estão em fase terminal. Talvez por serem profissionais que trabalhem com algo que pode, literalmente, mudar a vida de seus pacientes e também as suas, é que eles tentam levar tudo no bom humor, o que proporciona algumas gargalhadas durante o jogo.
O paciente da vez é Johnny Wyles, e seu maior sonho sempre foi o de ir à lua. No começo não temos muitas informações sobre quem é Johnny e o motivo dele querer ir para a lua. Com o desenrolar da trama, vamos conhecendo a história do paciente já velho e vendo suas motivações. Para viajar no passado do paciente é necessário colher objetos e combiná-los para que eles criem links para o passado e você possa ir mais e mais fundo. Com o passar do tempo, somos apresentados à River, que, em minha opinião fecal, é uma das melhores personagens femininas de todos os tempos da história dos games. River sofre da Síndrome de Asperger, e por algum motivo que você tem que jogar pra saber, é muito importante na história de Johnny.
Alguns trechos vão mostrar a infância do rapaz e seu relacionamento com River, e ainda é possível chegar ainda mais longe. Quando se chega à parte mais profunda das lembranças de Johnny, vemos o que causou o seu desejo de ir até a lua, e é praticamente aí que as lágrimas caem (se ainda não caíram durante alguma outra passagem do game). Há horas em que o personagem principal parecerá frio e sem coração, mas (e pode parecer um clichê essa frase) tudo pode ser compreendido no final, que é realmente de se arrancar lágrimas.
Os diálogos são muito bem escritos e tem um peso imenso no que tange ao psicológico, tanto dos personagens quanto do jogador. Os gráficos então nem se fala: são tão primorosos quanto os diálogos. A qualidade de iluminação e construção dos mapas é algo raramente visto no RPG Maker, o que me leva ao próximo ponto da análise: a trilha sonora.
A trilha sonora obviamente foi bem trabalhada e construída para deixar o clima o melhor possível. Objetivo certamente atingido. O maior problema do jogo é justamente a jogabilidade, demasiado simples. Os puzzles com mouse são até bem construídos e a jogabilidade do game inteiro pode fazer parecer um point 'n' click. Mas, ao usar o mouse como sistema principal quebra uma das limitações da própria engine que foi utilizada e faz pensar que o RPG Maker pode ir até muito mais além do que já foi mostrado.
No fim das contas, To The Moon é uma ótima experiência. O jogo tem aproximadamente cinco horas de duração, que passam muito rápido. O fator replay é que você pode escolher tanto Neil quanto a Eva, e muda um pouco a experiência que se pode ter. O game também deixa comprovado que é possível fazer algo extremamente bonito e profundo no RPG Maker, basta querer e ter dedicação suficiente. Recomendo a muitos que acham que estão fazendo o jogo perfeito e que vão talvez quebrar a cara ao ver a expressividade dos sprites de To The Moon, o que faz lembrar da expressividade dos sprites dos Final Fantasy de Super Nintendo.
He jugado: Sonic Advance 2 e 3
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Roberto Junior,
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terça-feira, julho 19, 2011
Ainda no hype de Sonic, andei jogando pra testar e zerar, claro, Sonic Advance 2 e Sonic Advance 3, ambos do GBA também (avá). Semana passada teve um post aqui sobre o Sonic Advance 1, e agora vou falar destes outros dois jogos da série do GBA.
Lembram quando na semana passada falei de pessoas que reclamam da velocidade de Sonic Advance 1? Pois é, eu achava que não estava ruim, até porque mesmo jogando Sonic & Knuckles no emulador eu não via a velocidade do Sonic por justamente estar controlando o Knuckles, mas Sonic Advance 1 eu joguei, zerei com o Sonic e só faltou pegar as benditas esmeraldas do caos (coisa que já tratei de ir atrás pra fazer o tal do final Canônico), mas eu não imaginava que ao jogar Sonic Advance 2 tivesse a noção do que é a verdadeira velocidade de Sonic.
He jugado: Sonic & Knuckles
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Roberto Junior,
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sexta-feira, julho 15, 2011
Ah, as maravilhosas férias!
Sim, caros leitores, as férias são uma dádiva, mesmo quando elas chegam com pouca duração ainda são ótimas. E são essas férias que nos permitem passar um tempo a mais jogando, lendo, assistindo filmes, etc. Essa semana agora que passou joguei muito, muito mesmo, então consegui material para uma coluna (aleluia, mais posts) que será chamada "He jugado" (ou "Joguei", "Tenho jogado", etc, traduzido do espanhol) e na qual postarei algumas das coisas que, literalmente, joguei ou tenho jogado (:
Vamos começar com Sonic & Knuckles, clássico do Mega lançado em 1994, e que até esses dias passei horas a fio jogando.
Sim, caros leitores, as férias são uma dádiva, mesmo quando elas chegam com pouca duração ainda são ótimas. E são essas férias que nos permitem passar um tempo a mais jogando, lendo, assistindo filmes, etc. Essa semana agora que passou joguei muito, muito mesmo, então consegui material para uma coluna (aleluia, mais posts) que será chamada "He jugado" (ou "Joguei", "Tenho jogado", etc, traduzido do espanhol) e na qual postarei algumas das coisas que, literalmente, joguei ou tenho jogado (:
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