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Samsung Ch@t 222

Bom, não é segredo que no ano de 2011 eu tinha um Nokia 5230, meu primeiro smartphone, e gritei aos quatro ventos no ano passado o quão bom era ter um smartphone, pois podia colocar até emuladores marotos nele. Mas, chegou o final do ano e o teclado físico começou a fazer falta. Vendi o Nokia 5230 (de forma precipitada, admito) e passei a peregrinar em busca do celular perfeito com teclado QWERTY físico.

Como na época a grana estava curta, apelei pro lado xing-ling da força: comprei um Q11 (sim, existe um) que dava problemas ao tentar ler o SIM Card, depois um MOX (que nem acessava a internet, mesmo configurado. Ao tentar conectar na rede ele simplesmente salvava a pagina em questão e mesmo assim nao abria ela. E sem java não era possível resolver esse problema), e então um Q9 Fashion (primeiro xing-ling que eu vejo ser respeitável: loja de aplicativos própria [MRP Store, mas não java] e atualizações, além de rodar um Client próprio do Twitter, outro do MSN e um outro do Facebook, então arrisco dizer que foi o melhor xing-ling que já tive),  que por já ter sido usado e bem desgastado foi logo pro ralo, e por fim um celular Foston que era  legalzinho (tinha entrada de fone P2 e leitor de e-books txt; a navegação não era boa, duvido que ele tivesse sequer EDGE, e depois de um tempo o teclado começou a ficar afundado e para digitar as minhas sms era um parto), mas não engatou.

Após tantas trocas de celulares (peguei até um Nokia 2220 S), já em 2012, pintou a oportunidade para que eu pudesse comprar um celular melhorzinho. Meu alvo não havia mudado: ainda era um celular com QWERTY fisico. Analisei algumas opções até mesmo de smartphones android, só que resolvi pensar na realidade em que vivo e ponderei sobre ser viável e até que ponto necessário comprar um smartphone mesmo , pois aqui onde moro até mesmo pra acessar a rede via EDGE anda complicado, e um 3G então vai chegar aqui só quando as profecias do Apocalipse comecarem a acontecer for real, entao vai demorar pra caramba. Tambem vi que alguns dos meus amigos tem smartphones desses mais baratos com Android e a experiencia é horrivelmente sofrivel, ainda mais quando é pra baixar aplicativos aqui!!! É uma coisa a se analisar então, né:  se for pra ter uma experiência péssima, com aplicativos desatualizados, sistema desatualizado, e conexão de baixa velocidade, então é melhor nem comprar smartphone.

Já decidido, vi, na revenda oficial de uma certa operadora  na cidade onde moro, a linha Ch@t. Alguns Ch@ts que pareciam ser boas opções, mas no dia seguinte haviam sido vendidos, então no dia seguinte entrou em promoção o Samsung Ch@t 222, que havia atá aparecido em propagandas dessa mesma operadora e vi por ai alguns outdoors fazendo propaganda dele. Parecia coisa do destino, sabe? Todos os outros modelos da linha tinham esgotado e o modelo que sobrou entrou em promoção, com desconto absurdo (e estava nas ultimas unidades tambem!!!), então olhei pro celular na vitrine, o celular olhou de volta (é possivel isso, produção?), e por R$ 189,00 virei o mais novo dono de um Samsung Ch@t 222.

To The Moon



Vez por outra surge uma obra de arte aqui ou ali e prova que não é só com gráficos da nova engine do momento ou com as ultimas novidades em física e outras coisas que se faz algo realmente interessante.


AVISO: Este post pode conter spoilers, só leia completo se já tiver terminado o jogo.


Por vezes algo tomado como 'simples' pode ser surpreendente, um jogo que talvez seja mais uma história um pouco interativa, considerado como obra de arte por alguns. Afinal, quais são os mistérios e o que faz de To The Moon um sucesso de críticas mesmo sendo  'simples'? É isso que tentamos desvendar.


Antes de falar do enredo e tantas outras coisas de To The Moon, vou lembrar de que é o primeiro jogo comercial feito pela Freebird Games (mais especificamente por Kan Gao), e foi lançado em novembro de 2011, pode ser comprado pelo site oficial por cerca de R$ 23.


No início do jogo somos apresentados à Eva Rosalene e Neil Watts, dois cientistas que trabalham para uma corporação que realiza os sonhos das pessoas. Mas (e geralmente sempre tem um 'mas'), os clientes dessa empresa em geral são pessoas em estado terminal. Não é uma coisa simples de se contar em um post, mas funciona de uma forma parecida com as inserções do filme A Origem: há uma máquina em To The Moon que permite aos cientistas entrar na cabeça do paciente e reorganizar as memórias desde como maneira de fazê-lo acreditar que já tenha realizado o seu sonho ou conquistado determinado objetivo.
Exemplificando, vamos supôr que Joãozinho está morrendo e seu sonho era ter sido um jogador de futebol famoso. Os cientistas usam a máquina, entram na cabeça de Joãozinho, vão mexendo e organizando suas memórias para fazer com que pense que foi um jogador de futebol famoso.


Aí está um dos grandes motivos dos clientes dessa empresa serem em sua maioria pessoas no estado terminal. Já imaginou que choque de realidade Joãozinho não sofreria se em suas memórias ele fosse um jogador de futebol famoso e rico mas ao acordar a realidade fosse a de um trabalhador simples e que não foi bem sucedido? Seria um caos, realmente! Provavelmente esse conflito faria o paciente querer morrer, e é esse o maior motivo de todos para que Eva e Neil façam seus trabalhos apenas quando os pacientes estão em fase terminal. Talvez por serem profissionais que trabalhem com algo que pode, literalmente, mudar a vida de seus pacientes e também as suas, é que eles tentam levar tudo no bom humor, o que proporciona algumas gargalhadas durante o jogo.


O paciente da vez é Johnny Wyles, e seu maior sonho sempre foi o de ir à lua. No começo não temos muitas informações sobre quem é Johnny e o motivo dele querer ir para a lua. Com o desenrolar da trama, vamos conhecendo a história do paciente já velho e vendo suas motivações. Para viajar no passado do paciente é necessário colher objetos e combiná-los para que eles criem links para o passado e você possa ir mais e mais fundo. Com o passar do tempo, somos apresentados à River, que, em minha opinião fecal, é uma das melhores personagens femininas de todos os tempos da história dos games. River sofre da Síndrome de Asperger, e por algum motivo que você tem que jogar pra saber, é muito importante na história de Johnny.

Alguns trechos vão mostrar a infância do rapaz e seu relacionamento com River, e ainda é possível chegar ainda mais longe. Quando se chega à parte mais profunda das lembranças de Johnny, vemos o que causou o seu desejo de ir até a lua, e é praticamente aí que as lágrimas caem (se ainda não caíram durante alguma outra passagem do game). Há horas em que o personagem principal parecerá frio e sem coração, mas (e pode parecer um clichê essa frase) tudo pode ser compreendido no final, que é realmente de se arrancar lágrimas. 
Os diálogos são muito bem escritos e tem um peso imenso no que tange ao psicológico, tanto dos personagens quanto do jogador. Os gráficos então nem se fala: são tão primorosos quanto os diálogos. A qualidade de iluminação e construção dos mapas é algo raramente visto no RPG Maker, o que me leva ao próximo ponto da análise: a trilha sonora.

A trilha sonora obviamente foi bem trabalhada e construída para deixar o clima o melhor possível. Objetivo certamente atingido. O maior problema do jogo é justamente a jogabilidade, demasiado simples. Os puzzles com mouse são até bem construídos e a jogabilidade do game inteiro pode fazer parecer um point 'n' click. Mas, ao usar o mouse como sistema principal quebra uma das limitações da própria engine que foi utilizada e faz pensar que o RPG Maker pode ir até muito mais além do que já foi mostrado. 
No fim das contas, To The Moon é uma ótima experiência. O jogo tem aproximadamente cinco horas de duração, que passam muito rápido. O fator replay é que você pode escolher tanto Neil quanto a Eva, e muda um pouco a experiência que se pode ter. O game também deixa comprovado que é possível fazer algo extremamente bonito e profundo no RPG Maker, basta querer e ter dedicação suficiente. Recomendo a muitos que acham que estão fazendo o jogo perfeito e que vão talvez quebrar a cara ao ver a expressividade dos sprites de To The Moon, o que faz lembrar da expressividade dos sprites dos Final Fantasy de Super Nintendo. 

Linux Mint Debian Edition - Primeiras impressões

O mundo do linux tem várias distribuições, o que significa mais opções de sistemas pra instalar no computador e escolher o que mais te agrada como usuário. Para citar algumas temos o Debian, OpenSuse, Ubuntu, Linux Mint, entre várias outras distribuições.

Ganhamos uma, até que enfim né

Estava eu a navegar pela internet na semana passada quando me deparo com a matéria no Orion Games que está no seguinte link: http://www.oriongames.com.br/artigo/470/uma-vitoria-para-os-gamers.htm

Reproduzo abaixo um trecho da matéria publicada lá no Orion Games (citando a fonte, óbvio. E quem quiser conferir a matéria completa é bom deixar de preguiça e acessar o link que está ali em cima):

"No fim do mês de Junho, o Supremo Tribunal Americano derrubou por 7 votos a 2, a lei do estado da Califórnia que visava proibir a venda de jogos violentos para menores de idade.

Num parecer contundente, e usando analogia a outros tipos de mídia, como os livros de contos dos irmãos Grimm, autores de importantes obras como, “Branca de Neve e os sete anões”, “A Bela Adormecida”, “Chapeuzinho Vermelho” e outros, afirmou o juiz que esses contos apresentam na sua essência alguma violência e nunca sofreram qualquer tipo de censura, e que a lei do Estado da Califórnia foi "sem precedentes e equivocada".

Curiosamente, a lei da Califórnia que proibiria a venda ou aluguel de jogos violentos no Estado para menores de 18 anos foi sancionada em 2005 pelo Governador Arnold Schwarznegger, astro de filmes violentos, como “O Exterminador do Futuro”, “Predador”, “Conan o Bárbaro”, “True Lies”, entre outros."


Bom, trazendo pra cá eu gostaria de deixar minha opinião expressa também sobre isso. Como se pôde perceber, logicamente lá a lei que tentaria proibir a venda de jogos violentos para menores de 18 anos não foi aprovada. E na opinião fecal deste jovem já maior de idade, não deveria mesmo ser aprovada, pois existe uma coisa chamada Classificação Indicativa, e quem tem que supervisionar isso são os pais da criança. São eles que dizem se o filho está pronto ou não pra jogar determinado jogo. Se um pai não tem o tempo de avaliar o jogo, aí está a Classificação Indicativa dizendo "olha, GTA não é pro seu filho de 6 anos, ele tem violência, pornografia, entre outras coisas, ele é pra maior de 18 rapá".

Acontece que também há muitos pais irresponsáveis (por que não dizer?) que deixam seus filhos serem educados pela TV ou jogam um GTA pra crianças de menos de 10 anos e acham que os filhos vão crescer criados automaticamente. Isso tá errado? Tá. E é o que acaba levando também a discussões de 'jogos violentos criam pessoas violentas e blá blá blá', sendo que basta ter um pouco do chamado bom senso (o que falta para os jornalistas sensacionalistas de vários países, entre eles o Brasil) para perceber que a pessoa que se deixa influenciar por um jogo violento claramente tem um distúrbio que leva a isso, e que claramente seria influenciado por uma novela (que diga-se de passagem não andam leves as novelas atuais), por um filme e até  mesmo por um desenho.

E a solução é e sempre será a Classificação Indicativa. Proibir as coisas não vai adiantar nada também. Falta os políticos aqui de Terras Brasilis aprenderem isso também. Antes de terminar, recomendo também a vocês ouvirem esse episódio aqui do Baixo Frente Soco que fala justamente desse tema (proibição dos jogos violentos).

Hasta la vista e que a Força esteja convosco.

Microsoft compra Skype

Essa merece o prêmio MAXIMUM TROLLING, com certeza.


Sabe aquele velho ditado que fala "Se não pode com seu inimigo, junte-se a ele"? Então, parece que as empresas do ramo da tecnologia levam isso muito a sério, mas o ditado para elas aqui muda um pouco: "Se não pode com seu concorrente, compre-o".

Eu, Robô

Não vem que não tem, eu não falarei do filme estrelando o Will Smith, e sim do livro. (:

Algumas tardes atrás, lá estava eu passando e olhando as lindas fileiras de livros em uma biblioteca. Como um ser ávido, que já leu mais da metade do acervo daquele lugar, estava desesperado por encontrar algo que fascinasse esta mente Nerd.
"Preparado para seguir em frente?"

A diferença que o Marketing faz

Você tem um celular encostado aí e quer vender. Você tem aí um site massa e quer ter público. A quem você recorre? Ao Chapolin? Not.

Sonic: Time Attacked

I-N-C-R-Í-V-E-L!
 
Foi só o que consegui dizer durante os primeiros momentos de jogo. Realmente, há tempos não jogava um Sonic decente.

MMO, eu escolho você!

Com a chega de Pokémon Black/White, a franquia tenta começar do zero, mas tem uma ideia que nunca some da cabeça dos fãs...

O futuro incerto do Symbian.

Esses dias, passeando pela coluna que fala sobre Linux no TechTudo da Globo.com, eu vi um post que falava sobre o futuro do Qt, agora que a Nokia juntou seus poderes do bem com as forças maléficas da Microsoft (tá, o artigo não era tão fantasioso assim xD).

Nokia e Microsoft: Perigo à vista

Tudo bem, venhamos e convenhamos que a Nokia está dia após dia caindo. Não é uma queda tão violenta, mas é sutil. Vários são os motivos, e todo mundo tá cansado de ler na internet: iPhone, Android e blá blá blá. Fora que tem muita gente reclamando do amado Symbian.

Nostalgia, ainda existe (e sempre vai existir...)

Diariamente saem novos títulos e aspirantes a novas lendas no mundo dos games. Alguns pipocam pelos quatro cantos do planeta, e outros... bem, é melhor nem comentar, né?

Opa, 4G vem vindo

Mal a gente começa a entender a 3G e o mundo, sedento por atualizações, já começa a falar da 4G.