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Summoners War: Sky Arena - Um jogo que lembra bastante Pokémon

Se tem uma coisa que eu adoro no mercado de games para mobile é a criatividade que rola atualmente. Diferente de quando os jogos eram todos feito em Java e limitados por um hardware simplório, hoje as desenvolvedoras podem arriscar mais e fazer coisas absurdas. Tem empresas que vivem apenas de fazer jogos para smartphones e tablets, e se dão muito bem nisso. Vez ou outra, portanto, acho jogos que me chamam bastante atenção. É o caso de Summoners War: Sky Arena, jogo do qual falaremos hoje.

Publicado pela coreana Com2uS, esse jogo me lembra bastante Pokémon, mas tem alguns traços de Clash Of Clans também. Aqui você entra no papel de um Summoner, um ser que invoca (ou evoca, na tradução feita pela desenvolvedora) monstros e se envolve em batalhas mundo afora. Você tem uma espécie de vila flutuante, que é a sua base. Nela há torres para defesa, lojas onde é possível comprar itens e altares para fazer a invocação e melhoria de monstros.
O pano de fundo do jogo é bem simples: a história é composta de dungeons em lugares que eram considerados pacíficos mas foram tomados por monstros dos mais variados tipos. É a desculpa perfeita para que você se torne um mestre Pokémon vire um herói, descobrindo o que acontece por trás dos monstros atacando variados lugares do mundo. Isso tudo compõe o modo singleplayer, que é o mais básico do jogo. Passar por todas as dungeons é necessário para conseguir pergaminhos de evocação, runas e outros itens necessários para sua progressão. As batalhas são bem interessantes: no começo você pode escalar 2 monstros para cada dungeon, depois o número aumenta para 3 e finalmente 4. Cada monstro tem duas habilidades a princípio, número esse que pode aumentar conforme você vai evoluindo.
As batalhas tem um pedra-papel-tesoura bastante funcional (assim como em Pokémon), e cada monstro pode ser de um tipo: Fogo, Água, Vento, Luz-Escuridão. Fogo é efetivo contra Vento, que é efetivo contra Água, que derrota Fogo. Luz e Escuridão (ou Dark-White) não tem efetividade ou fraqueza contra outros elementos, portanto são balanceados entre si. São praticamente mais de 400 monstros diferentes existentes dentro do jogo, cada um com seu tipo e habilidades específicas. Os monstros mais fracos começam com 1 estrela, e quando atingem o nível máximo podem evoluir ao sacrificar outros monstros com o mesmo número de estrelas. Ao evoluir um monstro ganha outra estrela, e volta para o primeiro nível. É basicamente um ciclo que dura até que você alcance a 6ª estrela. Além disso é possível também 'despertar' um monstro para sua forma plena ao conseguir determinados materiais.

Uma coisa bacana do jogo é que dentro dele existe um fórum para discussão para cada monstro. Se você é novato vai poder então ler sobre o monstro que tem e sobre as melhores estratégias, como utilizar seu poder de forma eficaz e quais runas devem ser marcadas nele. Como a maioria dos usuários do jogo fala inglês talvez seja necessário garimpar um pouco até achar alguma informação em Pt-BR, mas se você entende pelo menos o básico de inglês não vai ter dificuldades.
Todo esse foco em melhores builds para cada monstro não é à toa: o jogo é praticamente todo focado no PvP. O 'enredo' e suas missões servem apenas como locais para angariar experiência. Tudo gira ao redor da Arena, um lugar que é aberto após subir alguns níveis e cumprir algumas missões. Na Arena você pode atacar outros jogadores e também ser atacado (portanto você deve se preocupar com o seu time tanto na questão ofensiva quanto na defensiva), e deve vencer o máximo de batalhas que puder para alcançar um lugar de destaque entre os melhores.

Summoners War: Sky Arena é um bom jogo pra passar o tempo. Como ele é gratuito, tem microtransações para comprar itens que podem dar muitas vantagens dentro do jogo. É uma parte com a qual não me preocupo, e não aponto como ponto negativo: no PvP a lista é ordenada com base em oponentes que gerariam lutas equilibradas entre si, ou seja, nenhum gastador apelão vai cruzar a sua linha, pelo menos até você virar um deles. Sem gastar é difícil avançar? Eu diria que sim, mas mesmo o pacote mais básico do jogo não sai barato, custando cerca de R$ 12,99. Mas, se você quer ser um jogador que consegue tudo na raça pode apelar para os guias de outros usuários (como este guia para EXP Farming, em inglês).

Antes de finalizar, tem mais dois pontos que gostaria de discutir: gráficos e trilha sonora. Os gráficos são relativamente bons. Os monstros são bem desenhados, detalhados. A modelagem foi bem feita. Mas a trilha sonora, ou a falta dela, decepciona. Na tela de abertura do jogo você pode até se emocionar com a música, mas dentro dele não há trilha alguma. Pra não dizer que o jogo é mudo, há pelo menos um efeito sonoro aqui ou ali, mas as batalhas são praticamente mudas. Pode ter sido uma estratégia da empresa que desenvolveu para poupar espaço (afinal o jogo não é leve, pesa cerca de 300MB), ou continuará algo sem explicação. Claro, penso que é melhor trilha nenhuma do que uma trilha ruim, e desse jeito posso jogar enquanto escuto alguma coisa da minha playlist. Isso não faz de Summoners War um jogo pior, só um jogo sem trilha sonora mesmo.

Summoners War: Sky Arena está disponível para Android e iOS. Se você quer ver como funciona o gameplay antes de baixar e jogar por si mesmo, há um vídeo logo abaixo:


Motor Rock é o tributo mais que perfeito a Rock 'n' Roll Racing

Já falamos aqui uma vez sobre Rock 'n' Roll Racing, um clássico da Blizzard para SNES e Mega Drive, que ficou marcado nos corações de muitos jogadores por aí. Hoje nós vamos falar sobre seu sucessor espiritual, um tributo digno de reconhecimento: Motor Rock.


Ficha Técnica:
Desenvolvedora/Publisher: Yard Team

Plataforma: PC (Windows)
Data de lançamento: 16 de dezembro de 2013
Número de jogadores: 1 a 4
Gênero: Corrida

Quando foi anunciado o início de seu desenvolvimento, em meados de 2009, Motor Rock foi assunto em vários blogs, fóruns, comunidades de orkut e afins pelo mundo todo. Não é pra menos: seu objetivo era ser uma homenagem ao tão aclamado Rock 'n' Roll Racing, que nunca teve continuação ou mesmo sucessor espiritual por parte de sua produtora, a Blizzard. Os primeiros trailers e imagens relacionados só fizeram aumentar ainda mais a expectativa em relação ao jogo.

O tempo foi passando e novidades em relação ao desenvolvimento iam surgindo: suporte a joysticks, multiplayer e outras features eram anunciadas. À medida que o projeto ia ganhando destaque por parte dos fãs, ganhava também atenção da Blizzard. O jogo chegou até mesmo ao Greenlight, da Steam, e foi aprovado. Em poucos dias a Yard Team, formada por uma galera da Rússia, poderia arrecadar mais de US$ 60 mil só com as vendas de Motor Rock. Era um sucesso absoluto. Era. A Blizzard, alegando plágio, ordenou que o jogo fosse retirado da lojinha da Valve, ou rolaria um processinho. Após anos de trabalho duro, dedicação a um projeto que realmente merecia atenção, a Yard Team viu suas expectativas de lucro irem por água abaixo. Enfurecidos com o que aconteceu eles então retiraram o jogo da Steam, mas disponibilizaram o download de forma gratuita a quem quisesse. Assim Motor Rock chegou a muitos fãs, e graças a isso muita gente pode ter acesso a esse maravilhoso tributo.

Devo dizer que faz pouco tempo que tive interesse e tempo pra me dedicar ao jogo. Tenho o costume de rejogar alguns clássicos de vez em quando e Rock 'n' Roll Racing está entre eles. Mas ao invés de jogar novamente o antigo, resolvi dar uma chance para Motor Rock. Afinal, todo aquele hype em volta dele era justificado? Hoje eu posso afirmar com certeza que sim.

Logo na tela de início do jogo fiquei de queixo caído. Ali já é possível perceber que a atmosfera é perfeitamente igual à do clássico dos anos 90. Ao começar o modo campanha uma surpresa: o jogo tem uma história!
Não é uma história que se diga "oh, que enredo incrível!!!", na verdade é só uma desculpa para o torneio acontecer. Eu atento mesmo é para o fato de que tem uma intro incrivelmente bem feita, que na hora me lembrou muito Full Throttle. Foi um diferencial bacana e que me deixou de cabelo em pé. Mais um sinal de que os desenvolvedores tinham caprichado.

Na tela de seleção de personagens, que é apresentada logo após a intro, é possível ver uma atualização gráfica nos personagens (muito bem vinda, aliás) e, é claro, os corredores desse jogo foram inspirados nos do original. Em seguida a tela de seleção de carros. Graças aos gráficos, muito bem feitos por sinal, foi possível um grande avanço. Até mesmo o painel que vemos antes da corrida ficou muito melhor, vejam:
Realmente os gráficos em 3D fizeram a diferença. A interface também ficou muito bem desenhada. Outra parte que chama atenção é a corrida em si. Os cenários são bem detalhados, foram construídos de forma excelente e temos uma HUD bem simples. Outro ponto positivo para o jogo: é possível alternar a câmera entre a visão isométrica, aquela da jogabilidade clássica e também a visão por trás do carro, que deve agradar quem é acostumado com os jogos atuais de corrida. Isso sim é o que podemos chamar de competência: focar nos nostálgicos mas não esquecer que um novo público também quer ter contato com o jogo.
Particularmente, gostei mais da visão por trás do carro. Como o jogo tem um ritmo frenético (é bom frisar esse ponto mesmo, o ritmo é realmente alucinante e tudo acontece rápido demais. Claro que com o tempo dá pra se acostumar, mas no começo você sente que pilota um pedaço de papel, de tão rápido que vai) esse modo de câmera ajuda muito, principalmente no começo, até se habituar a como tudo acontece.

A trilha sonora também merece muito destaque: no clássico dos anos 90 foi um ponto fortíssimo e grande diferencial perante aos concorrentes. Devo dizer que a trilha sonora aqui é marcante. São 15 músicas que combinaram bem com o jogo. Além disso é possível substituir essas faixas (dá pra fazer isso na instalação do jogo, inclusive!), o que possibilita colocar músicas que você achar que podem combinar melhor ou mesmo colocar as MIDIs do jogo original. Assim como em Rock 'n' Roll Racing, o narrador está presente aqui também. As narrações estão disponíveis em inglês e russo.

Como no clássico, a jogabilidade de Motor Rock flui perfeitamente bem. O pessoal da Yard Team teve trabalho para harmonizar tudo, e colocar algumas coisinhas novas: você pode equipar até 4 armas diferentes em um mesmo carro, as pistas tem objetos que podem ser destruídos (além dos seus rivais, é claro) e há diferentes condições climáticas que afetam a forma como a corrida acontece. O multiplayer também funciona muito bem. É possível jogar com os amiguinhos via LAN (rede local) ou por IP (abrir uma sala no Hamachi e juntar a galera é uma ótima opção aqui). Algo que me chamou atenção também é que os desenvolvedores fizeram questão de colocar um map editor na pasta do jogo, o que abre muitas possibilidades: você pode pegar uma pista do jogo, editar, salvar e disponibilizar para os seus amigos. Incrível, né não?
E esse é o map editor. Fácil de usar, não? (clique na imagem para ampliar)
No mais, Motor Rock definitivamente é um ótimo jogo. Eu poderia discorrer aqui sobre como ele é um tributo perfeito ao original, mas penso que seria mais honesto apontar que os desenvolvedores fizeram um trabalho tão bom que podemos dizer: Motor Rock se destaca por si só. Tanto pela sua homenagem ao clássico quanto pelas inovações no gameplay e afins. Recomendo fortemente. Apesar da Yard Team ter disponibilizado o download do jogo de forma gratuita, não há nenhum link no site oficial. Porém, você pode baixar ele clicando aqui. Vale lembrar que, para conseguir rodar o jogo depois de instalado, você vai precisar ativar o modo de compatibilidade do seu Windows. Nos meus testes, utilizando um PC com Windows 7 Ultimate 64bits, ele só rodou em compatibilidade com Windows XP SP2. Isso serve tanto para o jogo em si como para o editor de mapas, estejam avisados! E pra não perder o costume, abaixo você confere um vídeo sobre Motor Rock:

Unepic é uma aventura 2D totalmente épica

Recentemente adquiri através do Humble Bundle um jogo do qual nunca ouvi falar (isso acontece com mais frequência do que gostaria, admito) e que acabou me surpreendendo: Unepic. Se trata de um dos melhores metroidvania que já joguei. Ele foi criado pelo espanhol Francisco Téllez de Meneses e levou cerca de 2 anos para ficar pronto. Outro ponto interessante é que o jogo foi traduzido para 10 línguas diferentes, e o nosso bom Pt-BR está no meio.


Ficha Técnica:
Desenvolvedor: Francisco Téllez de Meneses
Plataforma: PC (Windows e Linuxs), Mac e WiiU
Data de lançamento: 30 de Setembro de 2001
Número de Jogadores: 1 a 2
Gênero: RPG/Plataforma

A aventura começa em uma mesa de RPG. Quatro amigos estão bebendo muito e jogando Dungeons & Dragons, o que parece uma combinação muito divertida. Parece. Em um determinado momento um deles, Daniel, tem vontade de ir ao banheiro, e após se aliviar ele cai dentro de um castelo cheio de monstros e armadilhas. A partir daí ele se torna o herói de um RPG. Não em busca da glória ou do dinheiro, e sim em busca de saber o que aconteceu: se colocaram alguma droga na bebida dele, se está desmaiado e logo vai acordar, ou algo do gênero. 

Os gráficos do jogo são no mínimo simpáticos, e você pode ter a impressão de que a tela é realmente pequena, mas foi um sacrifício que o desenvolvedor teve que fazer, explicado pelas muitas informações na tela (a barra de HP e de experiência, atalhos e etc). Não é um ponto negativo, principalmente se você levar em conta o quão detalhado é cada cenário e os inimigos que fazem parte do castelo. 

Outro ponto que pesa muito em favor do jogo é a trilha sonora. Geralmente quando se fala em jogo indie e com gráficos que remetem ao passado as pessoas tendem a pensar que vai ser mais uma obra com trilha sonora em chiptune. Unepic passa muito longe disso: a trilha sonora é simplesmente espetacular, e o jogo é todo dublado (em inglês, e tem a dublagem em espanhol, vale acrescentar. Em Pt-BR mesmo só as legendas). A dublagem certamente contribui muito para a atmosfera do jogo. Ajuda na ambientação. E cabe deixar uma nota aqui: há muitos palavrões e nenhuma censura. Você pode até estranhar de início, mas se levar em conta que controla um bêbado em um mundo cheio de armadilhas e que é muito hostil, vai acabar se acostumando. Infelizmente a legenda em Pt-BR ameniza bastante os palavrões. Quem fez a tradução recebe parabéns por conseguir encaixar muito bem as diversas piadas e referências existentes nos diálogos, mas amenizar os palavrões pode ser considerado um ponto negativo.

Quanto à jogabilidade, a princípio achei que iria me perder lindamente. Isso geralmente acontece comigo em jogos com informação demais (e a minha coordenação motora de menos), mas Unepic foi uma bela exceção. A jogabilidade é de fácil aprendizado, o jogo dá um belo tempo pra que você possa se acostumar aos controles e ao modus operandi antes de colocar um inimigo na tela. Mas quando os inimigos começam a aparecer (acredite, eles vão e ainda em grande quantidade, dependendo da sala) é bom você estar realmente preparado. Vou deixar claro também que o ritmo do jogo é bem tranquilo. Quando se entra em uma batalha você praticamente leva um susto, já que a trilha sonora muda, o ritmo muda e ação fica intensa, mas para fugir disso é só mudar de sala.

No mais, Unepic é realmente uma aventura notável. O jogo está disponível para download no site oficial. Assim você pode baixar, jogar e cair de cabeça na história. Se achar que vale a pena, a página de compra dele também está no site oficial (com links para compra na Humble Store e mais). Abaixo você pode conferir o trailer oficial do jogo (em espanhol):

Final Fantasy: Record Keeper é o joguinho que vai te lembrar dos acontecimentos da franquia


Se você é do tipo que mesmo com vários ports/remakes da franquia Final Fantasy para smartphones e tablets ainda estava reclamando e pedindo por algo novo, pode ficar sossegado. A Square Enix, em parceria com a DeNA (sim, aquela que vai fazer os jogos da Nintendo para mobile) lançou para Android e iOS o Final Fantasy Record Keeper. 

O jogo consiste em enfrentar aventuras e relembrar grandes batalhas que aconteceram ao longo da franquia. E tudo isso com gráficos que nos lembram da era 16bits (mas muito bem feitos, por sinal!). Creio eu que muita gente vai gostar de ver a Lightining, o Cloud e outros nas batalhas ao estilo oldschool. Você vai batalhar para defender as memórias da franquia. Todos os elementos clássicos de Final Fantasy estão lá: a trilha sonora, os gráficos nostálgicos, as batalhas em um sistema que é considerado discutível... Enfim, Record Keeper é uma visita ao passado. Abaixo tem um vídeo com o Gameplay, pra você que quer saber mais sobre o jogo antes de baixar. Aliás, ele é gratuito, com algumas compras in-app. E apesar de o gameplay estar com as legendas em japonês, a versão disponível pra download está em inglês. 



Apresentando o NTerraria

Hoje cá estou eu para falar de um MOD que achei útil, bem feito, e expandiu a minha experiência com Terraria quase que infinitamente: NTerraria.
O que é isso, Tio RD?

É o mesmo Terraria que os jogadores estão acostumados. Ou quase isso. NTerraria adiciona elementos de RPG no jogo, o que significa que você pode levelar, ter classes, além de encontrar quests a resolver, eventos, novos itens, e um punhado de outras coisas. Claro, tem uma opção pra você que quer aproveitar apenas os itens que tem no MOD, aí você escolhe o Action Mode na hora de jogar e vai jogar pra escanteio toda a parafernalha de leveling e outras coisas.
Você pode jogar ele sozinho ou com seus amiguinhos (inclusive, esperem por um tutorial de como criar um servidor de NTerraria em breve, já que pelas vias comuns que conhecemos dá uma dor de cabeça e não funciona). Claro, a experiência com os amiguinhos é milhares de vezes melhor do que sozinho, pois vocês podem realizar as quests juntos, abrir um PVP monstro depois que todo mundo estiver em um nível avançado, e outras coisas. Nós aqui do blog mesmo, planejamos um RPG de Mesa com história e tudo, pelo NTerraria.

Você disse que há classes e outras coisas dentro do MOD, quais são elas?

Amiguinhos, não há apenas classes, e sim raças. Vou descrever abaixo primeiro as raças que você pode escolher:

  • Human: A classe mais simples. Seus status são normais, e humanos geralmente tem um bônus de 30% de experiência.
  • Goblin: É pra quem procura ser um combatente com bom alcance. Apenas isso.
  • Skeleton: A raça que tem por missão eliminar os escolhidos. E quem são os escolhidos? Eu lá vou saber...
  • Zugitaki: Felinos ágeis e bem treinados. E que enchem o saco!
  • Madra Rua: Humanos com orelhas de raposa e caudas. Parece que saíram de um animê :D
  • Demon: Eles acharam que as coisas estavam calmas demais e saíram pra causar o caos.
  • Deerman: Seja lá o que for, nada fica na frente disso.
  • Antmen: Alôôôô, Hank Pym, eu escolho você!
  • Titan: Eles são muito bons em combate. Mas a inteligência....
  • Bunny: Sim, um coelho. Não me pergunte porque.
  • Slime: RPG sem Slime não é RPG. simples assim.
Essas basicamente são as raças. E depois delas há as classes!



  • Terrarian: É a classe padrão. Você começa com ela, mas ao chegar no nível 10 pode mudar.
  • Fighter: É uma classe tanker. Pode bater de frente com qualquer coisa. QUALQUER COISA MESMO.
  • Ranger: Ataques à distância são o forte dessa classe. Combinada com Goblin então, fica perfeito. Seus ataques causam dano crítico em sua maioria.
  • Merchant: Creio eu que é auto explicativo, né não? Até hoje não sei qual é a utilidade do mercador, mas... Tem louco pra tudo.
  • Mage: É o padrão de mago: uma porcaria no começo, um apelão no meio/fim.
  • Thief: Essencial pra ataques silenciosos. E rápido pra caramba
  • Acolyte: É a classe de Healers e Buffers. Suporte. Basicamente isso.
  • Super Terrarian: A mistura de todas as classes anteriores, mas não tem bônus de status. É a classe que faz de tudo um pouco, mas não faz bem. Eu diria que se você não tem uma preferência de classe, deve escolher essa de início, e a habilidade que você mais gostar pode definir seu próximo personagem.
Basicamente essas são as raças e classes. NTerraria é praticamente um jogo novo dentro daquele que você pode ter pago uma bagatela pela Steam. Cada mundo tem seu próprio plot, sua Main Quest. Tem quests pra você caçar recompensas, além de algumas dungeons que você pode desbravar e conquistar pontos, pra competir com seus amiguinhos. Falar sobre tudo que NTerraria proporciona levaria basicamente um SleopandBits, então vou deixar que você descubra por si mesmo. Ficou interessado em testar? Todas as informações sobre o MOD e como instalá-lo estão disponíveis aqui (o link está em inglês). Em breve iremos disponibilizar aqui um tutorial de como criar um servidor pra jogar com seus amiguinhos e como rodar o MOD através da Steam.

Até a próxima.

Street Chaves - Um dos clássicos que fez parte da minha infância

Na vida há jogos e jogos. Há aqueles que te marcam pela história profunda, pela jogabilidade divertida, e aqueles que apelam extremamente para a sua nostalgia, como é o caso de Street Chaves. Essa pérola da internet foi lançada no já longínquo ano de 2003 pela Cyber Gamba, e até hoje arrebata fãs do melhor seriado de todos os tempos.

Conheça o Tron, o console Android que tem a cara do Mac Pro

Estamos em meio a CES, uma das maiores, se não for a maior, feiras de tecnologia do mundo. Várias empresas lá expõem seus produtos, e eles podem se mostrar um verdadeiro sucesso ou fracasso já pela reação do público.

Agora em 2014 houve novidades interessantes, como o chip da Intel que deve chegar às lojas ainda neste ano e tem como foco desenvolvedores. O nome do tal chip é Edison, e segundo a empresa deve estimular a criatividade. Maaaas, nós somos um blog de jogos (e tecnologia, e pseudo filosofias, e por aí vai), e a parte interessante da CES pra nós vem do que oferecem de periféricos aos consoles da oitava geração, além um brinquedo ou outro que pareça interessante (alô, Steam Machines!).
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Dentre as milhares de novidades está o Tron, o mais novo candidato a console Android. Sendo da Huawei, ele tem um design no mínimo curioso e uma configuração de respeito:

•Chipset Tegra 4
•2GB de RAM
•Armazenamento interno de 16GB ou 32GB

Além dessa configuração, o Tron conta com Wi-Fi 802.11ac, entradas USB 3.0, saída HDMI para TV e Bluetooth 3.0 para comunicação com o controle. Controle esse que é muito parecido com o do Xbox 360, exceto por um touchpad circular localizado no centro dele, que faz muito sentido para jogos de Android (aqueles que o desenvolvedor não fez questão de adaptar para tornar o mapeamento por botões uma opção válida). Pelas fotos que o pessoal do Verge publicou, parece ser um console muito bonito, e com o visual inteiramente chupado do Mac Pro (o que não é ruim, vale ressaltar, já que passa um ar de elegância, por assim dizer).
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Segundo informações da própria Huawei, o preço do console não deve ultrapassar 120 obamas, mas inicialmente o foco do console é o publico chinês, então não espere vê-lo tão cedo em lojas por aqui ou mesmo aquelas mais confiáveis lá de fora.

Com informações do Verge

13 minutos de gameplay do Assassin's Creed: Blackflag lançado



Novas imagens de GTA V

Algumas imagens e supostas características de um dos mais famosos games já existentes caíram na net. Confira que beleza nos aguarda:


GTA V na próxima geração de consoles? Apenas rumores!


Um pequeno atraso de Grand Theft Auto V já acabou gerando inúmeros rumores, um deles até mesmo dizia uma possibilidade do jogo apenas ser lançado na próxima geração de consoles. A Rockstar disse que o atraso foi apenas para mais tempo de desenvolvimento, assim assegurando que o jogo terá o máximo de qualidade possível.

Ela também acabou dizendo que toda série de rumor que se espalha pela internet não passa de mentira, e também garante que em breve a boxart oficial será revelada entre outras informações a respeito do título.

Se você já achava que não ia aguentar esperar até março, não chore, o prazo aumentou até setembro desse ano. muahahaha

Review: Silent Hill: Downpour

Não é novidade que de uns tempos pra cá os jogos de terror não são tão assustadores como antes não é mesmo? A cada jogo de terror que hoje em dia é lançado eles tem apenas um propósito... fazer quem está jogando ter medo de jogar aquele jogo, parece que isso acabou se tornando um desafio. É engraçado que antes quando as plataformas de console não ofereciam um poder gráfico tão bom assustavam muito mais do que hoje que tem uma qualidade de imagem muito melhor. Era épico jogar um Silent Hill de PS1, tremer na base era algo consequente quando acabava-se jogando o jogo. Agora vamos falar de Silent Hill atual, vamos falar de Downpour... será que Downpour conseguiu isso? Será que conseguiu trazer o terror de volta ao mundo dos games? Será que ainda é possível fazer um bom jogo de terror hoje em dia baseado nos games antigos? É essa a proposta que a iniciante no ramo, a Vatra Games, prometeu trazer no seu novo título (não tão novo assim, kk), o SH: Downpour.

  Dados Técnicos:
Lançamento: Março de 2012
Desenvolvedora: Vatra Games
Publicadora: Konami Digital Entertainment
Número de jogadores: 1 jogador

Capa do game para região NTSC

Skyrim: Como upar a skill One Handed, Two Handed e Archery rapidamente

Tudo bem galera? Fiquei um tempo sem postar algumas dicas de como upar de forma rápida e fácil as skills desse belíssimo jogo mas estou de volta e dessa vez vou ensinar como upar TRÊS skills, claro, não ao mesmo tempo né, mas todas usando o mesmo método.
Tá legal, chega de enrolação e vamos logo para o que interessa não é mesmo?

FIFA 13 tem até beijo!


Enquanto o aguardado FIFA 13 não chega as lojas, os jogadores deste game podem usufruir da incrível demo deste jogo de futebol. Como também já aconteceu no FIFA 12 (só pode ser de propósito), houve um beijo entre os jogadores.

Desta vez não vou ensinar como upar uma skill de forma rápida...

Bem galera, não é novidade que eu fiquei um tempo sem postar mais agora estou de volta e espero voltar com tudo! Eu tinha mandado minha Caixa X para a manutenção para fazer umas modificações mas não deu certo pra fazer o que eu queria, então eu estava sem ela para testar modos em que as skills upam rápidamente.


Mas...
Eu descobri umas coisas legais que EU não sabia e quero compartilhar com quem às vezes joga e não sabe também essas duas coisas maneirissimas.

Final Fantasy "XIII-3" divulgado

Square Enix anunciou Lightning Returns: Final Fantasy XIII.

10 coisas que não se deve fazer em Skyrim

Tudo beleza galera? Neste post de hoje venho deixar pra vocês um vídeo que busca mostrar de uma forma muito divertida "o que não se deve fazer no universo de Skyrim". É muito engraçado tanto pra quem já jogou ou não Skyrim! Vale a pena ver! xD

Skyrim: Como upar de forma rápida a skill "smithing"


Mais uma vez estou aqui eu para ensinar como upar de forma rápida e objetiva outra skill de um dos melhores games já lançados, Skyrim!11

Mais de GTA V: novas imagens foram divulgadas

Desta vez a Rockstar lançou um novo álbum de imagens, agora com o tema "Negócios" em sua Newswire.

Novas imagens de GTA V são divulgadas

Novo GTA V parece não ser mais um jogo da franquia que basicamente se assalta bancos e rouba carros. 

Imagens de GTA V divulgadas



A empresa Rockstar divulgou novas imagens tiradas do game "Grand Theft Auto V". As fotos foram postadas no Rockstar Newswire. Com essas imagens percebe-se os vários tipos de transportes que estarão presentes no futuro game da Rockstar.