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As memórias aniquiliadas do morro do silêncio

Devo confessar que antes de tocar em Silent Hill: Shattered Memories minha pessoa nunca havia sequer entrado em contato com algum outro jogo da franquia. Sempre ouvia amigos darem suas opiniões sobre Silent Hill por aqui e ali, mas não havia me interessado comprar um DVD ou copiar/piratear/baixar algum game que fosse da franquia.

Mas o tempo foi passando, a curiosidade crescendo, e a lista de games interessantes de PS2 foi diminuindo, até que chegou o derradeiro dia em que me desafiei a jogar algum Silent Hill. Eu não iria voltar ao primeiro de imediato, nem jogar os outros numerados sem ter jogado o primeiro, então após pesquisar e pesquisar, o escolhido foi o Shattered Memories, remake do primeiro game da franquia. E lá fui eu, pegar o jogo emprestado (pra não devolver jamais, MUAHAHAHAHAHAHA) e mandar ver.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiU7zZZQaya7h8S3hgIes678vge6JLhxvYnM1HVT50CyPJ4JtspR_YaQU4mxCRKz9GpSEu11HRvlO5EK2IIqsYHkzHemOOuMi5694A35Xsmc9gXj9G37rLBNQ1nB3nT2L47gvA2PdQI3BY/s200/Spoiler+Alert.jpg

ATENÇÃO, ANTES DE CONTINUAR, DEVO AVISAR QUE A CRÔNICA ABAIXO PODE E VAI CONTER SPOILERS. SE VOCÊ NÃO JOGOU SHATTERED MEMORIES AINDA, CRIE VERGONHA NA CARA E VÁ JOGAR ANTES DE LER PRA NÃO FICAR DE 'MIMIMI, SPOILER' DEPOIS! OUTRA NOTA IMPORTANTE: SH: SHATTERED MEMORIES FOI ORIGINALMENTE DESENVOLVIDO PARA O WII E DEPOIS PORTADO PRA PS2 E PSP. QUE FIQUE AVISADO AOS MIMIZENTOS DE PLANTÃO ;-)

Dados os devidos avisos, clique no "Ler mais" e desfrute do post!

Estaria o Steam Box mais perto do que imaginamos?

Olha só o que temos aqui, mais um post de especulação barata no Sleopand! Haha.

Leitores e leitoras, a especulação de hoje é sobre o 'console' da Valve, o Steam Box. Estaria ele mais perto do que imaginamos? Quais são os planos da Valve? De onde viemos, pra onde vamos? Vai ter Wi-fi lá e a gente pode pedir pizza? Estas e outras perguntas são as que vamos tentar responder neste post.

sdds MSN

Olha só, estamos voltando para mais um post totalmente sensacionalista saindo direto das máquinas de datilografar caracteres do alfabeto mais usado no mundo! Aww yeah, tão sem sentido quanto a nossa intro, foi quando a Microsoft comprou o Skype,(fato anunciado por nós aqui no blog), e nós não sabíamos o que estava por vir...

Antes de continuar, vamos para aquele nada rápido flashback da história do MSN.

FIFA 13 tem até beijo!


Enquanto o aguardado FIFA 13 não chega as lojas, os jogadores deste game podem usufruir da incrível demo deste jogo de futebol. Como também já aconteceu no FIFA 12 (só pode ser de propósito), houve um beijo entre os jogadores.

Final Fantasy "XIII-3" divulgado

Square Enix anunciou Lightning Returns: Final Fantasy XIII.

Skyrim: Como upar de forma rápida a skill "smithing"


Mais uma vez estou aqui eu para ensinar como upar de forma rápida e objetiva outra skill de um dos melhores games já lançados, Skyrim!11

Porque filmes de jogos não dão certo

Essa sim é uma questão que muitos gamers se fazem diariamente, e talvez nunca deixarão de fazer. Lembro que há algumas semanas tive uma discussão pseudo-filosófica sobre isso enquanto tomava um copo de Pepsi (porque Coca Cola é para os fracos e Starbucks é para os hipsters), e aí surgiu um ponto muito interessante sobre a transição de midias. Porque um jogo de Resident Evil é bem aceito e um filme possivelmente não seria? Porque uma transição de Assassin's Creed para livro é boa mas para o cinema seria ruim? Tudo isso parte de um único ponto que pode explicar todo o resto.


Times do FIFA 13 irão mudar de acordo com os seus resultados do mundo real


PS: Você que é vagabundo (como eu), e tem o seu console destravado, não irá poder desfrutar dessa função, então não leia para não chorar! #ospirateirochora


A EA Sports anunciou hoje (14/08) que o novo FIFA 13 irá contar com uma nova função, ela irá ser chamada de Match Day. O Match Day é um sistema que irá buscar atualizar de uma forma automática e em tempo real, as estatísticas de times, e isso também irá acontecer em jogadores e até mesmo nas narrações. Vamos supor que um time vá mal no mundo real, o FIFA 13 irá afetar a performance do time no jogo também, ou o contrário, times em boa fase também terão sua performance afetada. 

Esta nova função já virá habilitada na DEMO do game, a versão demo do game tem previsão para ser lançada no dia 11 de setembro.

Playstation 3 vs Xbox 360

A umas duas semanas atras, nós do Sleopand resolvemos fazer uma disputa entre os consoles desta geração e foi muito votado, eu acompanhei e parecia até um jogo de futebol, um estava dominando de repente o outro virava, do nada o outro tomava forças e voltava na frente. Mas o que importa é o resultado final, não é mesmo? Então vamos lá, o console da sétima geração campeão é o: 
 
XBOX 360

Como diz a Sony, o console de pobres (meu console! haha)... Sua pontuação foi de 57,14% contra 42,86% do George Foreman Grill da Sony. É, parece que a Sony não conseguiu vencer o console de pobre da Microsoft... mas é isso aí, o redator que irá dar seguimento a coluna 'Versus' é o @Roberto_Dash, muito obrigado pelos votos pessoal!

Evangelion: histórias sobre robôs gigantes podem sim ter profundidade

Há muito tempo venho prometendo um post sobre um anime, mas a falta de tempo tem me atrapalhado, e a disposição para digitar os artigos tem sumido, mas tive que fazer um esforço enorme para encontrar um tempo na minha já complicada agenda (quem vê pensa que sou gente importante!) e consegui um espacinho para falar de Evangelion, um dos melhores animes que já vi até hoje.
Neon Genesis Evangelion, ou só Evangelion, é uma série de ação que conta a história de um mundo pós-apocalíptico e gira em torno de uma organização chamada NERV, que foi criada para combater os chamados Angels. Para combater esses monstros que atormentam não só Tóquio 3, como também o mundo todo, foram criados os EVAs, robôs gigantes prontos para combater o mal.
Um plot meio genérico e com cara de um Power Rangers, não? Não! Ninguém em Evangelion arranja treta com os Angels e depois chama um robô gigante para salvar a pele. Os EVAs são controlados por adolescentes, que, por coincidência (ou não) nasceram no ano do que é chamado de Segundo Impacto, um acontecimento que causou a devastação de grande parte da terra. O Anime (não irei tratar do mangá aqui, desculpem!) começa com Shinji Ikari chegando na Tóquio 3, onde fará uma bela visita ao seu pai, Gendo Ikari, comandante da NERV. O garoto realmente pensa que seu pai está triste e com saudades, mas quando a oficial Misato Katsuragi o leva até a NERV, ele percebe qual a verdadeira intenção de Gendo: fazer com que o filho pilote um EVA, afinal, o adolescente parece ter capacidade para tal.

Foi a partir daí que pensei que seria uma porradaria atrás da outra, que teria sangue até não querer mais (essa parte quase chega a virar realidade) e que um enredo vazio e cheio de acontecimentos aleatórios para explicar a aparição de monstros entraria em cena. Não foi bem isso que aconteceu.

Apesar de em alguns episódios rolar porradaria, não é nada sem estratégia e sem pé nem cabeça. Os agentes da NERV tem planos, e os adolescentes aprendem a controlar os EVAs de forma decente e, apesar de toda a complicação que a fase pela qual passam traz, conseguem superar o problema dos Angels, ou a maioria deles. As melhores partes não estão no fato de que são duas garotas que pilotam os outros EVAs e que elas são gatinhas (apesar de que isso ajuda bastante!) e nem que Misato Katsuragi é uma tremenda oficial (em termos de beleza, não de inteligência), mas sim quando o enredo começa a se desenrolar e percebemos que o que está se passando é mais do que uma história de robôs gigantes em que o quebra-pau  come solto. Vemos os personagens evoluir, e Shinji Ikari mostrar totalmente o seu lado emo, o que, infelizmente, foi decepcionante. Talvez porque sempre esperamos que o protagonista do anime seja aquele que apesar de tudo luta e usa uma personalidade absurdamente estrondosa e barulhenta para esconder a fragilidade dos problemas pelos quais passa. Mas Shinji não usa desses artifícios, ele é realmente quem aparenta ser: um adolescente confuso, para o qual o pai não está nem aí, e ainda foi obrigado a entrar numa guerra, o que traz muita responsabilidade para os ombros do pobre rapaz. E, por vezes, isso irrita. Quantas vezes não tive aquela vontade de entrar na TV e dar um belo tapa na cara do protagonista e gritar "acorda, Baka-Shinji"!?

Uma personagem muito marcante também foi a Asuka. Ela é bem daquelas tsundere padrão dos animes, mas por trás de toda aquela raiva e toda aquela pose existe uma garota frágil e humana como tantas outras pessoas. Vale destacar aqui a Rei Ayanami, que é uma personagem muito calada e parece rasa como uma colher de chá, mas deixa a sensação de que guarda muitos segredos.

Você já deve estar achando que o anime valha a pena, e também provavelmente deve estar se perguntando quantos milhares de episódios terá de baixar/ver online e quantos fillers precisará suportar até que a saga termine. Tenho ótimas notícias: a primeira é de que Evangelion é um anime que já teve fim, e a segunda é que contém apenas 26 episódios.. O final é considerado abstrato por várias pessoas, apesar do carga psicológica que traz, por isso foi lançado um OVA chamado End of Evangelion, que mostra o final de uma perspectiva diferente e recomendo fortemente que assistam. Outro projeto que aconteceu e até agora não foi finalizado é o que chamam de Reconstrução de Evangelion, com a divisão da história em 4 grandes episódios e com modificações no enredo. Os dois primeiros já foram lançados, e merecem serem assistidos. O terceiro tem previsão de ser lançado esse ano, e o quarto é só quando Deus quiser.

E se Assassins Creed se passasse no Brasil?




De uns tempos pra cá o Brasil começou a ser um cenário muito usado tanto no mundo dos filmes como no dos consoles. Estava lendo algumas matérias no blog do Tecmundo e encontrei essa matéria muito interessante e resolvi postar aqui no blog porque acredito que vocês irão gostar também.
A imagem que deu origem à brincadeira (Fonte da imagem: Reprodução/Ubisoft)

Embora o lançamento de Assassin’s Creed 3 esteja cada vez mais próximo, o jogador brasileiro passou a esperar outro destino para a popular série da Ubisoft. Desde que o produtor executivo da franquia, Sebastien Puel, declarou que o Brasil possui um ótimo cenário para um novo jogo, muita gente ficou imaginando se a afirmação não era um indício do que estava por vir.

É claro que nada foi confirmado e tudo não passou de uma simples sugestão, apontando o período colonial ou até mesmo das bandeiras como bons momentos históricos a serem explorados. No entanto, não nos limitamos a esperar qualquer decisão do estúdio e decidimos dar asas à nossa imaginação, tentando trazer o Credo dos Assassinos para terras verdes e amarelas e contextualizar a guerra entre assassinos e templários dentro da nossa História. Será que funciona?


O herói negro

O início da saga no Brasil Colônia


Nos mais de 500 anos de História, nenhum período seria mais marcante para inserir a guerra invisível que marca a série Assassin’s Creed do que as últimas décadas do Período Colonial. Embora ainda fosse uma simples colônia de Portugal, trata-se de um momento bem conturbado socialmente, marcado por uma série de conflitos.
E, para representar esse momento, nada melhor do que o primeiro herói negro da franquia. Neste jogo, acompanharíamos a saga de Osei, um escravo fugido que acaba se deparando com um assassino e conhecendo os ideais de liberdade e igualdade que ele defende. Ao se tornarem aliados, o herói acaba participando de vários ataques a fazendas e engenhos até saber que há uma revolta prestes a acontecer em Minas Gerais.
Mesmo com suas habilidades, herói não consegue salvar Tiradentes (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
Ao chegar ao local, Osei e seu Mentor são apresentados ao homem chamado de Tiradentes e aos demais líderes da revolta. Com ideias semelhantes, eles unem forças e lutam contra as tropas portuguesas que comandam a região — até serem traídos por um de seus aliados. O protagonista até tenta evitar a morte de seu mestre e dos demais companheiros, mas não chega a tempo. É seu primeiro contato com os templários.
O jogo, então, nos levaria para a Bahia, onde um novo foco de revolta surgia. Lutando contra as forças da Corte, o assassino percebe que seu inimigo ainda é invisível, estando a milhares de quilômetros de distância de suas armas. Tentando pôr um fim na falta de liberdade de brancos e negros, o herói falha mais uma vez, principalmente quando seu principal inimigo não pode ser derrotado.
No entanto, a chance de sua vida surge em 1808, quando a Família Real portuguesa foge para o Brasil de uma ameaça maior na Europa. Já no Rio de Janeiro, Osei tenta acabar com a vida de D. João VI, mas descobre que ele nada mais é do que um brinquedo na mão do verdadeiro governante: o templário António de Araújo e Azevedo.
Depois de quase 10 anos de luta, o assassino consegue finalizar seu objetivo e acabar com a influência de Azevedo sobre D. João, que pouco depois é convencido a voltar para Portugal e a deixar o Brasil nas mãos de seu filho, Pedro. Osei e seus aliados tentam se infiltrar na nova Corte para influenciar o príncipe a declarar independência — algo que eles conseguem somente em 1822, depois de muitas batalhas.
No entanto, mesmo depois de tanta luta e sangue derramado, o assassino percebe que nada mudou e que a nova cúpula do Império está tão imunda quanto antes. Decepcionado, ele abandona o manto e se exila no interior, deixando o novo país livre para que os templários atuem mais uma vez.

A ameaça invisível


O império do país em chamas


Mesmo após a independência, as coisas parecem não ter mudado no país. A situação da população continua a mesma, ou seja, pobre e sem oportunidades. Mais do que isso, os templários voltaram a exercer poder sobre o novo Império. Além de tudo, eles se aproveitaram da recente volta de D. Pedro I para Portugal para comandar de vez o Brasil.
Como o sucessor da coroa ainda era criança, os regentes assumiram o poder e a entregaram à Ordem. É nesse contexto que o assassino David surge na capital para protagonizar essa sequência. Vindo como um herói da Revolução Farroupilha, ele logo se junta a outros membros da Irmandade para tirar seus inimigos do poder.
Após diversos combates contra as forças regenciais, o assassino consegue chegar muito próximo de eliminar Diogo Feijó, um dos principais responsáveis pelo domínio templário no Brasil. Apesar de não tê-lo derrotado, os assassinos conseguiram expulsá-lo da Corte e realizar o golpe que fez com que o menino Pedro, de apenas 15 anos, se tornasse imperador — e amigo da Irmandade.
Com o imperador ainda criança, os templários comandaram o país (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
É aqui que o jogo mais se diferencia de todos os demais da série. Isso porque o Credo dos Assassinos não tentará derrubar um poder corrupto, mas manter um que tem potencial para ser próspero. Para isso, David e seus irmãos deveriam viajar pelo país para combater movimentos separatistas e rebeliões comandadas pelos próprios templários para desestabilizar o Estado em uma clara tentativa de voltar ao poder.
Ao longo dessas viagens, ele conhece a história de Osei, um assassino que atuou na região há anos e que sonhava com um país livre e igual entre raças, mas que desistiu da Irmandade após ver seu sonho ruir pela corrupção. Assim, David adota esses ideais e volta para o Rio de Janeiro na tentativa de trazê-los à realidade — o que consegue apenas em 1888, ao convencer a Princesa Isabel a abolir qualquer tipo de escravidão.
A decisão, no entanto, foi o estopim perfeito para que os templários voltassem a agir. Reunindo aristocratas que perderam sua principal mão de obra, eles voltaram ao poder ao derrubar o Império para estabelecer a República — um novo regime sempre significa facilidade de ser controlado.
David, já idoso, pouco pôde fazer para conter a revolta. Embora ele e seus irmãos tenham tentado impedir o avanço inimigo, a idade tirou a habilidade do assassino, que tombou antes de ver se o Imperador sobreviveu. Os templários venceram mais uma vez.


Os templários fardados

O país sem voz

Por muitas décadas, o Brasil esteve sob o controle dos templários. No entanto, foi somente em 1964 que eles voltaram a atacar a estrutura da sociedade com mais força. Sob o pretexto da ameaça comunista, a Ditadura Militar é instaurada e o país fica sendo controlado pela Ordem por quase 20 anos.
É nesse ponto que o terceiro e último game da trilogia nos apresentaria Douglas, um jovem que vê sua hora de agir quando seus inimigos decretam o infame Ato Institucional Número 5. Treinado por seus pais — assassinos sobreviventes da Ditadura Vargas —, ele começa a agir em grandes cidades para impedir que inocentes sejam vítimas da repressão militar.
As primeiras missões seriam como mensageiro entre os grupos estudantis, mas suas habilidades logo são exigidas pela Irmandade, que colabora com o movimento de esquerda. Após se mostrar eficiente eliminando soldados, Douglas é convocado pelo MR-8 para algo maior: sequestrar o embaixador americano Charles Burke.
Herói moderno usava novas armas para acabar com a repressão (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
Assim como os demais jogos, este Assassin’s Creed traria algo diferente em sua estrutura. Ao contrário de tudo o que se viu até agora, a influência da Ordem dos Templários parece não diminuir, mesmo com os constantes ataques da Irmandade. Eles eram o Governo, e não apenas pessoas influentes. Era uma hidra impossível de ser derrotada.
Ainda assim, Douglas continua na luta para enfrentar os militares, mantendo a população longe da violência. Porém, mesmo com seus esforços, muitas vidas se perdem, inclusive a do jornalista Vladimir Herzog, um forte aliado na luta contra a repressão. Tomado pela culpa, ele decide agir de maneira mais efetiva.
É aí que temos a ida para Brasília, criando o palco perfeito para que o assassino atue. Primeiramente, a cidade foi projetada por um velho amigo da Irmandade, o que faz com que a movimentação furtiva sobre os prédios seja ideal para a caçada aos militares. Além disso, todos os principais templários estavam ao seu alcance, fazendo com que sua lâmina seja mais necessária do que nunca.
Depois de derrubar todos os grandes nomes da Ordem, o herói finalmente veria o processo de abertura política. No entanto, quando acreditava que a liberdade estava prestes a ser obtida, mais sangue foi derramado: os templários tentaram armar um ataque terrorista em meio a um evento para culpar os chamados “vermelhos”. Douglas consegue impedir a explosão da bomba no Riocentro, mas sai gravemente ferido.
Mesmo assim, ele consegue sobreviver para ver a última parte do game: o fim da influência da Ordem sobre o Regime Militar e o retorno da democracia. Apoiando o novo presidente — aliado dos assassinos —, ele acredita que seu trabalho está, enfim, terminado. Contudo, ele percebe seu erro ao ver o recém-eleito governante ser morto e, mais do que isso, ao ver seu próprio sangue tocar o chão. Um tiro pelas costas que lhe deu a resposta que sempre procurou: o Brasil nunca estará livre dos templários, que se escondem em todas as partes do governo, permanecendo invulneráveis a qualquer ameaça ou revolução. A ameaça é real, embora invisível.


Muito mais história

Agora é sua vez

Como dito, esses são apenas alguns momentos históricos em que a história dos assassinos poderia ser contada em nosso país, mas não quer dizer que sejam os únicos. Embora poucos deem valor, o passado do Brasil é rico o suficiente para que vários outros personagens surjam para mostrar que “nada é real, tudo é permitido”.
A Ubisoft já deu a dica para um novo personagem (Fonte da imagem: Reprodução/Ubisoft Brasil)

Por isso, contamos com sua participação.Em que outros períodos da História do Brasil poderíamos ter um novo game da série Assassin’s Creed? Se um dia prepararmos uma sequência, sua ideia pode aparecer aqui.

Ilustrações: Nick Mancini
Texto: Durval Ramos
 Tecmundo

E aí? Gostaram da matéria? Comentem o que vocês acharam! 

Wikipad é o tablet que vira console portátil





Mesmo que os dispositivos movéis tem se mostrado uma ótima alternativa para jogos, principalmente pelos seus ótimos preços cobrados em aplicativos, usar um controle digital não é uma das melhores experiências, porque você esconde parte da tela com a sua mão. É aí que o Wikipad resolveu inovar, não apenas criar um  tablet, decidiram fazer um joystick especial para você aproveitar o melhor que o game possa oferecer a você.


O Wikipad traz uma tela de 10,1 polegadas com a resolução de 1280x800 pixels e pesa apenas 560 gramas. O que chama mesmo a atenção é a sua configuração. De acordo com o site Venture Beat, o equipamento traz um processador NVIDIA Tegra 3 T30 quad-core de 1,4GHz e 1GB de memória RAM DDR2, além de possuir 16 GB de armazenamento.


Também afirmam que o "tablet" virá com Android 4.1 e sua bateria terá autonomia de até seis horas de uso continuo em games ou oito com vídeos.


A magia dele é que ele vem acompanhado com um acessório que acaba transformando o tablet em uma espécie de video game portátil, adicionando botões e alavancas analógicas físicas nas laterais. A disposição dos botões é parecida com o que acontece nos controles do PS3 ou do Xbox 360, deixando tudo bem mais simples para quem está acostumado com essas plataformas, ainda que os gatilhos pareçam mais com o do console da Microsoft. 



Até o momento, não há nenhuma previsão de lançamento para o Wikipad, ainda que o presidente James Bower tenha afirmado que pretende lançar o tablet no mercado ainda este ano.

O novo Outlook

Há bastante tempo a Microsoft vem investindo na interface Metro, que será a interface do Windows 8 quando ele for finalmente lançado em 26 de Outubro deste ano de 2012. A integração que a empresa pretende fazer é ambiciosa, e pessoas importantes como Gabe Newell (da Valve e dono da Steam), disseram que o Win8 será um fracasso (em parte, creio que Gabe disse isso pois a Microsoft irá embutir sua própria Game Store no sistema), e muitos falam principalmente do visual que parece retornar ás antigas.

E se a gigante de Redmond resolveu entrar com tudo e metendo o pé na cara de quem estivesse na frente, nada mais justo do que mudar a interface do serviço de e-mail da empresa, e é por isso que o famigerado Hotmail virou o novo e remodelado Outlook. É praticamente o que a Microsoft vem fazendo: pegou o Office e deu a ele um novo visual, pegou o Windows Mobile e o transformou no Windows Phone e agora com o e-mail.
Interface limpa
Oferecendo integração e a possibilidade de importar contatos das redes sociais, o novo Outlook promete. Para quem ainda não viu, o site ficou disponível hoje em outlook.com e quem tenta entrar através do endereço hotmail.com já é automaticamente redirecionado para o outlook.

Aproveitem e corram para reservarem seus endereços de e-mail. O nosso sleopand@outlook.com já está disponível para contato!


Final Fantasy 3 irá ser um dos lançamentos para o Ouya




Square Enix fez uma nota oficial a imprensa informando seu apoio ao novo console, o Ouya. A parceria da empresa com a nova plataforma  irá fazer com que o Final Fantasy 3 seja um dos títulos de lançamento do novo console. 
A desenvolvedora Japonesa disse que irá apoiar o Ouya com mais outros lançamentos que chegarão ao mercado no futuro. Como todos sabem, o Ouya anda a fazer sucesso pois passou sua meta de arrecadação no Kickstarter.



Se você não leu sobre o Ouya, leia algumas coisas a respeito do console clicando AQUI.


To The Moon



Vez por outra surge uma obra de arte aqui ou ali e prova que não é só com gráficos da nova engine do momento ou com as ultimas novidades em física e outras coisas que se faz algo realmente interessante.


AVISO: Este post pode conter spoilers, só leia completo se já tiver terminado o jogo.


Por vezes algo tomado como 'simples' pode ser surpreendente, um jogo que talvez seja mais uma história um pouco interativa, considerado como obra de arte por alguns. Afinal, quais são os mistérios e o que faz de To The Moon um sucesso de críticas mesmo sendo  'simples'? É isso que tentamos desvendar.


Antes de falar do enredo e tantas outras coisas de To The Moon, vou lembrar de que é o primeiro jogo comercial feito pela Freebird Games (mais especificamente por Kan Gao), e foi lançado em novembro de 2011, pode ser comprado pelo site oficial por cerca de R$ 23.


No início do jogo somos apresentados à Eva Rosalene e Neil Watts, dois cientistas que trabalham para uma corporação que realiza os sonhos das pessoas. Mas (e geralmente sempre tem um 'mas'), os clientes dessa empresa em geral são pessoas em estado terminal. Não é uma coisa simples de se contar em um post, mas funciona de uma forma parecida com as inserções do filme A Origem: há uma máquina em To The Moon que permite aos cientistas entrar na cabeça do paciente e reorganizar as memórias desde como maneira de fazê-lo acreditar que já tenha realizado o seu sonho ou conquistado determinado objetivo.
Exemplificando, vamos supôr que Joãozinho está morrendo e seu sonho era ter sido um jogador de futebol famoso. Os cientistas usam a máquina, entram na cabeça de Joãozinho, vão mexendo e organizando suas memórias para fazer com que pense que foi um jogador de futebol famoso.


Aí está um dos grandes motivos dos clientes dessa empresa serem em sua maioria pessoas no estado terminal. Já imaginou que choque de realidade Joãozinho não sofreria se em suas memórias ele fosse um jogador de futebol famoso e rico mas ao acordar a realidade fosse a de um trabalhador simples e que não foi bem sucedido? Seria um caos, realmente! Provavelmente esse conflito faria o paciente querer morrer, e é esse o maior motivo de todos para que Eva e Neil façam seus trabalhos apenas quando os pacientes estão em fase terminal. Talvez por serem profissionais que trabalhem com algo que pode, literalmente, mudar a vida de seus pacientes e também as suas, é que eles tentam levar tudo no bom humor, o que proporciona algumas gargalhadas durante o jogo.


O paciente da vez é Johnny Wyles, e seu maior sonho sempre foi o de ir à lua. No começo não temos muitas informações sobre quem é Johnny e o motivo dele querer ir para a lua. Com o desenrolar da trama, vamos conhecendo a história do paciente já velho e vendo suas motivações. Para viajar no passado do paciente é necessário colher objetos e combiná-los para que eles criem links para o passado e você possa ir mais e mais fundo. Com o passar do tempo, somos apresentados à River, que, em minha opinião fecal, é uma das melhores personagens femininas de todos os tempos da história dos games. River sofre da Síndrome de Asperger, e por algum motivo que você tem que jogar pra saber, é muito importante na história de Johnny.

Alguns trechos vão mostrar a infância do rapaz e seu relacionamento com River, e ainda é possível chegar ainda mais longe. Quando se chega à parte mais profunda das lembranças de Johnny, vemos o que causou o seu desejo de ir até a lua, e é praticamente aí que as lágrimas caem (se ainda não caíram durante alguma outra passagem do game). Há horas em que o personagem principal parecerá frio e sem coração, mas (e pode parecer um clichê essa frase) tudo pode ser compreendido no final, que é realmente de se arrancar lágrimas. 
Os diálogos são muito bem escritos e tem um peso imenso no que tange ao psicológico, tanto dos personagens quanto do jogador. Os gráficos então nem se fala: são tão primorosos quanto os diálogos. A qualidade de iluminação e construção dos mapas é algo raramente visto no RPG Maker, o que me leva ao próximo ponto da análise: a trilha sonora.

A trilha sonora obviamente foi bem trabalhada e construída para deixar o clima o melhor possível. Objetivo certamente atingido. O maior problema do jogo é justamente a jogabilidade, demasiado simples. Os puzzles com mouse são até bem construídos e a jogabilidade do game inteiro pode fazer parecer um point 'n' click. Mas, ao usar o mouse como sistema principal quebra uma das limitações da própria engine que foi utilizada e faz pensar que o RPG Maker pode ir até muito mais além do que já foi mostrado. 
No fim das contas, To The Moon é uma ótima experiência. O jogo tem aproximadamente cinco horas de duração, que passam muito rápido. O fator replay é que você pode escolher tanto Neil quanto a Eva, e muda um pouco a experiência que se pode ter. O game também deixa comprovado que é possível fazer algo extremamente bonito e profundo no RPG Maker, basta querer e ter dedicação suficiente. Recomendo a muitos que acham que estão fazendo o jogo perfeito e que vão talvez quebrar a cara ao ver a expressividade dos sprites de To The Moon, o que faz lembrar da expressividade dos sprites dos Final Fantasy de Super Nintendo. 

Watch Dogs: gameplay do jogo da Ubisoft que tem estilo parecido com o de GTA






Watch Dogs (estilizado como Watch_Dogs) é um jogo de futurista de ação-aventura em mundo aberto, afinal, a principal mecânica na jogabilidade do jogo é a capacidade de conseguir infiltração em sistemas tecnológicos, seja para conseguir ou controlar certas informações e até mesmo destruir esses sistemas em determinadas situações.  Ele irá ser lançado em 2013 pela Ubisoft Montreal para PC, Xbox 360 e também para PS3.

Este game foi mostrado na E3 deste ano, foi mostrado no vídeo que poderá conseguir informação de NPC's que se encontra através da ctOS, que no caso é a central de operações da cidade, informações demográficas que variam desde saúde até a probabilidade de violência.

A história segue um anti-herói chamado Aiden Pearce, ele é um hacker altamente qualificado e é descrito como uma pessoa que usa tanto os "punhos como a inteligência." No vídeo mostrado na E3 Aiden tenta matar um magnata dos média, Joseph DeMarco, que havia sido injustamente absolvido por acusações de assassinato.

É isso aí galera, chama a atenção de qualquer gamer os gráficos vistos na E3, tanto os gráficos quanto o enredo foram muito bem feitos e são capazes de empolgar qualquer gamer.
Vale a pena lembrar que a demonstração de Watch Dogs na E3 teve uma recepção muito positiva por parte dos críticos logo após a conferência de imprensa da Ubisoft, elogiando-o pelos gráficos de "próxima geração" e uma jogabilidade muito original. O jogo também recebeu muitos prêmios, tais como "Melhor da E3", incluindo o prêmio "Melhor do Evento" pela GamingExcellence.

Confiram abaixo o vídeo da E3 deste ano mostrando o game e comentado por Guilherme Gamer e também irei deixar algumas imagens do jogo abaixo do vídeo:




Gameplay de Assassins Creed 3 divulgado na E3 deste ano




 

Na E3 deste ano, foi divulgado o gameplay de um game que merece ser notado, pelo que vi vai ser um jogão, gráficos bonitos, na minha opinião pode ser até o game do ano, mas claro, tem vários concorrentes de alto nível também. Confiram o gameplay comentado com Guilherme Gamer e também irei deixar algumas imagens abaixo do vídeo:





Em breve...

Galera que acompanha o blog Sleopand, venho avisar pra vocês através deste post que em breve iremos colocar domínio no site!


Talvez nesta Sexta-Feira já estará o site no ar com domínio. Estou muito ansioso por isso, obrigado pessoal!


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A arte de 'fanficar'



Desde os primórdios, os fãs sonham com acontecimentos especiais em suas séries favoritas. Como alguns fãs sonham com Naruto chutando o traseiro de Sakura e abraçando Hinata, ou como outros sonham com Ash deixando de ser um abestado e virando treinador de verdade. Mas, são coisas praticamente impossíveis de se acontecer, ou quase.
Se a empresa responsável pelo anime/mangá/livro/jogo não realiza o fanservice, aí entra em ação o Autor de FanFic. Fanfic, pra quem é feio e não sabe as regras, é um termo em inglês, abreviação de Fan Fiction, ou, em tradução livre, uma ficção criada por fãs.
Então, basicamente, uma Fanfic é uma história criada por alguém que use o universo de alguma narrativa, mas não necessariamente faz parte do enredo oficial dela. É como se, por exemplo, eu resolvesse escrever uma história utilizando o universo e os personagens da série de livros Harry Potter. A minha história seria caracterizada como fanfic, por ser justamente uma criação de um fã. Ficou claro agora? Espero que sim, haha.
Existem milhares de sites mundo afora onde os fanfiqueiros postam suas histórias. Um exemplo de site desses é o Nyah Fanfiction, onde vários autores publicam suas fanfics, sobre várias séries/livros/etc. Muitas pessoas acreditam que as fanfics cresceram de número junto com a popularização da internet, já que a nossa rede mundial de computadores trouxe mais praticidade na hora de publicar e divulgar uma história.
É claro que traria toda uma praticidade, pois existem comunidades no Orkut, fóruns, espaços específicos em fóruns de outros assuntos e milhares de blogs com fanfics por aí. Logicamente, com a popularização do termo 'fanfic', surgiram várias subcategorias para classificar cada tipo de fic. Alguns dos tipos populares são Realidade Alternativa, onde são alterados fatos (um exemplo seria Naruto e Rock Lee lutando lado a lado contra Orochimaru, etc), Universo Alternativo quando a fic se passa num unverso totalmente diferente do criado pelo autor da série original e por fim Doujinshi, também conhecido como fanzine aqui em terras brasilis, e muito popular por sinal (descobri o termo fanzine quando ainda tinha dinheiro pra comprar a Anime Do nas bancas xD. Como ando desempregado, qualquer dinheiro poupado é bom, haha).
Particularmente gosto bastante de fanfics. A ideia de explorar um universo que já conheço utilizando outros personagens e por vezes até outros lugares, é fascinante. Posso ser considerado o que chamam de fã de universo expandido, por este mesmo motivo faço visitas semanais a alguns fóruns e sites para acompanhar algumas fanfics. Uma das minhas favoritas é sobre o universo pokémon, uma fanfic chamada Pokémon Fairy Tale, que acompanho no fórum da Pokémon Mythology,uma das melhores que já li, por sinal.
Falando de melhores, é bom ficar esperto. Há muitas fics boas, que expandem e adicionam mais ao universo em que se baseiam, mas há outras horríveis, com falta de acentuação, falta de coerência, gramática ruim, narrativa pobre, etc.
Enfim, escrever uma fic requer muito amor pela série sobre a qual se deseja escrever. Afinal, dedicar horas da sua vida escrevendo uma história com base naquele livro que leu, é algo praticamente extraordinário. É basicamente uma arte 'fanficar', mas fanficar bem!



Deixo então aqui dois links pra você que quer escrever sua fanfic ter algumas dicas do que fazer:



E lógico, se quiser um espaço para publicar a sua, tem o Nyah Fanfiction (olha a propaganda grátis), site específico para isso. No mais, se estiver escrevendo uma fic e quiser mandar para nós da redação do Sleopand, nos sentiremos muito felizes em ler e publicar uma análise por aqui também, pode mandar para roberto0697+sleo@gmail.com



Abraços e até a próxima.



Artigo: Mega Man X

A série Mega Man seguia muito bem, mas aí chegou a era dos 16 bits, então como migrar para essa plataforma nova e manter o público fiel da série e alcançar gente nova? Não seria uma missão fácil para a Capcom, que já via o nome Mega Man se desgastar, devido a já terem sido lançados SEIS jogos da série no NES, e praticamente todos usavam a mesma mecânica, o que já enjoava alguns jogadores.

Foi então que um tal senhor chamado Keiji Inafune teve a brilhante ideia de dar para a série um novo protagonista e também uma nova história. Dizem que, inicialmente, o protagonista deveria ser o Zero, mas a Capcom achou que não ter Mega Man como protagonista afastaria o público. Então, em 1993 foi lançado no Japão o tal do Mega Man X. 


A história