Sleopand

Ao alto e avante o/

Facebook VS Orkut

Na nossa última Seção Versus, o XBOX 360 ganhou, mas por uma pequena porcentagem de diferença, como você pode ler no post feito pelo @_crazymark. E aqui estou eu para 'polemizar', lançando mais um embate de gigantes na nossa querida seção que tem tido muitos votos (até mais do que a gente esperava, haha).

Vamos começar então pelo Orkut!

O Orkut é a rede social do Google (na verdade, uma delas), e foi criado em Janeiro de 2004. O cabeça por  trás da ideia do Orkut é um turco do Google que tem um nome muito difícil de escrever e pronunciar: Orkut Büyükkökten. Em 5 de abril do mesmo ano o site ganhou uma versão em português :D
O foco principal do Orkut era os Estados Unidos,  mas um certo povo acabou afastando os 'gringos' do site, usando de 'tentativas de trollar'. Isso fez com que os países que mais acessam o Facebook fossem o Brasil e a Índia.
Ainda na história do Orkut, até hoje ele é lembrado e usado por causa das Comunidades, que são pequenos fóruns dentro da rede social(com tópicos, enquetes e tudo mais). As Comunidades são consideradas por alguns a décima maravilha Nerd (não me pergunte as outras 9!), pois você pode entrar em várias com temas diferentes, participar das discussões e ainda há ferramentas de moderação básicas que ajudam a manter o controle da bagunça.

Entre as peculiaridades do site havia os scraps, que podiam ter o uso de HTML, para nossa alegria, e permitiam uma customização maior das mensagens, os usuários fakes (no Orkut havia/há centenas de fakes). Hoje em dia o Orkut acabou sendo um tanto quanto abandonado pelos usuários. Após vários vírus, mudanças suficientes no layout para permitir até que temas e cores fossem possíveis de se usar (o Novo Orkut causou muitas polêmicas!) e tudo mais, a rede social ficou sem fôlego. Isso que nós nem citamos aqui a era dos aplicativos no Orkut e o quanto fazendinhas incomodavam mas faziam sucesso. Na ultima atualização (que foi há alguns dias) a rede social ficou com mais cara de Google+, ganhando uma integração fora do comum, uma óbvia tentativa de atrair gente para a rede social em que ao postar pode-se ouvir ecos!



Facebook

O 'Face' foi lançado em fevereiro de 2004, e tem como seu principal fundador o 'incrível' Mark Zuckerberg.   Anos depois a rede social ficou tão famosa que já conta com quase 1 bilhão de usuários cadastrados! Quando os brasileiros foram comparar com o Orkut, muitos não gostaram pela aparente falta de recursos (como Comunidades, por exemplo), mas logo a rede social se tornou febre e hoje em dia os brasileiros (e o mundo todo) acessam mais o Facebook.

Em contraponto a recursos como as Comunidades, o 'Face' tem os Grupos, que não são tão completos mas já quebram um galho. O recurso páginas é uma forma de interação muito usada hoje em dia (inclusive nós temos a página do Sleopand lá: facebook.com/Sleopand); o calendário de eventos também é um bom recurso; os aplicativos e jogos são muito usados e o principal xodó dos brasileiros é o "Cutucar", que permite incomodar os amigos na rede social. Além do que, a rede social é muito usada nos celulares (apesar da experiência não ser das melhores), até mais que o Orkut (que tem uma versão mobile horrenda!). O chat da rede social também está sendo um dos responsáveis pelo possível abandono (por parte dos users) do MSN (graças a Deus!11!!1!!onzy!!11!)

É isso aí, após o nosso breve resumo de cada uma das redes sociais, cabe a você votar e decidir qual é a melhor! Vote abaixo na enquete e deixe sua opinião nos comentários, complemente nosso post. Abraços e até a próxima Seção Versus.




Qual a melhor rede social?
Orkut
Facebook

Playstation 3 vs Xbox 360

A umas duas semanas atras, nós do Sleopand resolvemos fazer uma disputa entre os consoles desta geração e foi muito votado, eu acompanhei e parecia até um jogo de futebol, um estava dominando de repente o outro virava, do nada o outro tomava forças e voltava na frente. Mas o que importa é o resultado final, não é mesmo? Então vamos lá, o console da sétima geração campeão é o: 
 
XBOX 360

Como diz a Sony, o console de pobres (meu console! haha)... Sua pontuação foi de 57,14% contra 42,86% do George Foreman Grill da Sony. É, parece que a Sony não conseguiu vencer o console de pobre da Microsoft... mas é isso aí, o redator que irá dar seguimento a coluna 'Versus' é o @Roberto_Dash, muito obrigado pelos votos pessoal!

Skyrim: como upar a skill de Sneak rapidamente


Acharam que eu ia descumprir o que eu havia dito? Não, não, está aqui mais um tutorial de como aumentar outra skill de uma forma rápida no Skyrim, então vamos lá...

A skill que irei ensinar a upar de forma mais rápida irá ser a skill Sneaking. Para quem não sabe, a skill Sneaking permite a você se mover sem que os outros o vejam, não é apenas isso não, também possibilita ataques em inimigos distraídos com bônus e mais eficácia na skill Pickpocket.


Para entrar no modo sneaking basta agachar, quando agachado você irá perceber uma interface que irá mostrar o quanto você está imperceptível no ambiente. Agora alguns detalhes sobre a interface pra vocês.





  • Quando o olho está fechado, significa que você está imperceptível;
  • Quando o olho está levemente aberto significa que o inimigo sabe que tem algo por perto, mas não sabe nem o que é e nem onde está; 
  • O olho um pouco mais aberto significa que o inimigo está a sua procura; 
  • Quando o olho está completamente aberto significa que ele sabe onde você está.


Com o sneaking os danos são multiplicados pela arma usada para causar o ataque. Se for um arco, arma de duas mãos ou até mesmo suas próprias mãos, o dano irá ser o dobro. Se for uma arma de uma mão, o dano será multiplicado por três. Vale a pena lembrar que só é multiplicado o valor de dano da arma, descartando danos e encantamentos da sua arma, mas se for feito um ataque especial, ele irá ser multiplicado e irá causar um ÓTIMO dano!

Alguns detalhes que irão ajudar você a ficar imperceptível:
  • O peso de sua armadura, principalmente o peso das botas; 
  • O barulho do tipo de arma que estiver usando. Armas de duas mãos são as mais barulhentas, enquanto que adagas são totalmente imperceptíveis;
  • A luz do ambiente, quanto mais escuro, melhor;
  • Conseguir quebrar a linha de visão do NPC ajuda bastante, utilize caixas, rochas, entre outras coisas para te cobrir.

Agora sim irei deixar o tutorial, tem várias maneiras mas a que eu achei mais fácil e com menos riscos de sair morto é você comprar um cavalo, usar o modo sneaking atras dele, e atacá-lo com uma 'Iron Dagger' ou qualquer arma que dê pouco dano, pois para upar basta apenas atacar quando o olho se fechar, se você der ataques consecutivos irá resultar no cavalo querendo te matar, haha.

Ainda não entendeu? Então irei deixar um vídeo que não é de autoria minha mas acho que irá ajudar, nele ensina três métodos de como aumentar rapidamente o sneaking. 
Boa sorte a todos!




Sexta Indicativa #10

Então, sabe quando surgem aquelas páginas no Facebook de "descubra seu nome de pobre" ou "descubra qual personagem de insiraumanimealeatórioaqui você é" e elas pedem sua permissão para fazer algumas coisas? Pois é, você (sabendo disso ou não) dá a essas páginas a opção de postar em seu nome e fazer trocentas coisas que podem acabar estragando a sua conta. 

Por vezes eu via páginas que eu não havia clicado no "Curtir" mas estavam lá pra mim como se eu tivesse realmente curtido a porcaria da página. Intrusivo, não? Mas não é só no Facebook que algumas páginas ou aplicativos intrusivos se aproveitam das permissões concedidas. No Twitter isso acontece também (alguém aí conhece o Big Follow? hahaha'). Para evitar que esses aplicativos e páginas acabem com sua privacidade e causem danos à conta, eu recomendo o MyPermissions.org. O site agrega links para as páginas de configurações dos principais sites e redes sociais da atualidade (sorry Orkut e G+, vocês não estão ali), onde você pode revogar as permissões concedidas. 

Como essa é uma Sexta Indicativa, indico que acesse o site e veja quanta coisa você permitiu na sua conta. Recomendo fortemente primeiro ver o que permitiu no Facebook (eu tive um mini ataque cardíaco quando vi o meu O.O).

Evangelion: histórias sobre robôs gigantes podem sim ter profundidade

Há muito tempo venho prometendo um post sobre um anime, mas a falta de tempo tem me atrapalhado, e a disposição para digitar os artigos tem sumido, mas tive que fazer um esforço enorme para encontrar um tempo na minha já complicada agenda (quem vê pensa que sou gente importante!) e consegui um espacinho para falar de Evangelion, um dos melhores animes que já vi até hoje.
Neon Genesis Evangelion, ou só Evangelion, é uma série de ação que conta a história de um mundo pós-apocalíptico e gira em torno de uma organização chamada NERV, que foi criada para combater os chamados Angels. Para combater esses monstros que atormentam não só Tóquio 3, como também o mundo todo, foram criados os EVAs, robôs gigantes prontos para combater o mal.
Um plot meio genérico e com cara de um Power Rangers, não? Não! Ninguém em Evangelion arranja treta com os Angels e depois chama um robô gigante para salvar a pele. Os EVAs são controlados por adolescentes, que, por coincidência (ou não) nasceram no ano do que é chamado de Segundo Impacto, um acontecimento que causou a devastação de grande parte da terra. O Anime (não irei tratar do mangá aqui, desculpem!) começa com Shinji Ikari chegando na Tóquio 3, onde fará uma bela visita ao seu pai, Gendo Ikari, comandante da NERV. O garoto realmente pensa que seu pai está triste e com saudades, mas quando a oficial Misato Katsuragi o leva até a NERV, ele percebe qual a verdadeira intenção de Gendo: fazer com que o filho pilote um EVA, afinal, o adolescente parece ter capacidade para tal.

Foi a partir daí que pensei que seria uma porradaria atrás da outra, que teria sangue até não querer mais (essa parte quase chega a virar realidade) e que um enredo vazio e cheio de acontecimentos aleatórios para explicar a aparição de monstros entraria em cena. Não foi bem isso que aconteceu.

Apesar de em alguns episódios rolar porradaria, não é nada sem estratégia e sem pé nem cabeça. Os agentes da NERV tem planos, e os adolescentes aprendem a controlar os EVAs de forma decente e, apesar de toda a complicação que a fase pela qual passam traz, conseguem superar o problema dos Angels, ou a maioria deles. As melhores partes não estão no fato de que são duas garotas que pilotam os outros EVAs e que elas são gatinhas (apesar de que isso ajuda bastante!) e nem que Misato Katsuragi é uma tremenda oficial (em termos de beleza, não de inteligência), mas sim quando o enredo começa a se desenrolar e percebemos que o que está se passando é mais do que uma história de robôs gigantes em que o quebra-pau  come solto. Vemos os personagens evoluir, e Shinji Ikari mostrar totalmente o seu lado emo, o que, infelizmente, foi decepcionante. Talvez porque sempre esperamos que o protagonista do anime seja aquele que apesar de tudo luta e usa uma personalidade absurdamente estrondosa e barulhenta para esconder a fragilidade dos problemas pelos quais passa. Mas Shinji não usa desses artifícios, ele é realmente quem aparenta ser: um adolescente confuso, para o qual o pai não está nem aí, e ainda foi obrigado a entrar numa guerra, o que traz muita responsabilidade para os ombros do pobre rapaz. E, por vezes, isso irrita. Quantas vezes não tive aquela vontade de entrar na TV e dar um belo tapa na cara do protagonista e gritar "acorda, Baka-Shinji"!?

Uma personagem muito marcante também foi a Asuka. Ela é bem daquelas tsundere padrão dos animes, mas por trás de toda aquela raiva e toda aquela pose existe uma garota frágil e humana como tantas outras pessoas. Vale destacar aqui a Rei Ayanami, que é uma personagem muito calada e parece rasa como uma colher de chá, mas deixa a sensação de que guarda muitos segredos.

Você já deve estar achando que o anime valha a pena, e também provavelmente deve estar se perguntando quantos milhares de episódios terá de baixar/ver online e quantos fillers precisará suportar até que a saga termine. Tenho ótimas notícias: a primeira é de que Evangelion é um anime que já teve fim, e a segunda é que contém apenas 26 episódios.. O final é considerado abstrato por várias pessoas, apesar do carga psicológica que traz, por isso foi lançado um OVA chamado End of Evangelion, que mostra o final de uma perspectiva diferente e recomendo fortemente que assistam. Outro projeto que aconteceu e até agora não foi finalizado é o que chamam de Reconstrução de Evangelion, com a divisão da história em 4 grandes episódios e com modificações no enredo. Os dois primeiros já foram lançados, e merecem serem assistidos. O terceiro tem previsão de ser lançado esse ano, e o quarto é só quando Deus quiser.

Assassin's Creed - Renascença

Já há algum tempo postei aqui no blog sobre Uncharted - O Quarto Labirinto, e vocês leram linhas e mais linhas de um cara enchendo a bola de uma das mais belas obras que tem por objetivo expansão de universo dos games para livros. Tá, depois que aquela cortina de fumaça que envolvia o livro e o quanto eu era fascinado por Uncharted caiu, percebi que não era uma coisa surpreendente e de fazer vomitar tijolos.
Acontece que, então, comecei a procurar por livros de franquias famosas do mundo dos games, e como próximo alvo escolhi Assassin's Creed. Acabei de ler o Renascença, e logo passarei para o Irmandade.

Enfim, AC - Renascença é a adaptação de AC 2 para o mundo dos livros, e foi escrito por Oliver Bowden. O objetivo do livro é acompanhar o caminho de Ezio Auditore e mostrar como ele se tornou um Assassino, e isso é concluído com certo louvor.

O problema é: o livro tenta trazer para as palavras tudo o que acontece em AC 2, e nesse ponto começa a falhar miseravelmente como uma obra literária. É tudo muito seco, muito rápido. Falta um detalhismo maior e uma liberdade na parte da história. Até mesmo o tutorial do jogo é descrito no livro(igual quando Ezio está num bordel aprendendo a se misturar à multidão)! Sabe, é como se eu estivesse lendo o que acontece no jogo, mas resumido. O pior nem é isso, mas quando aparecem trechos como "Ezio precisa chegar a lugar X", e duas linhas abaixo "Ezio chegou a lugar X", e isso acontece com muita frequência.

As maiores diferenças do livro para o jogo, é que faltam os acontecimentos atuais do Desmond (a história do livro ocorre só na época renascentista mesmo) e alguns nomes e detalhes que não causam um impacto no enredo. Talvez a pessoa que não tenha condições de comprar o jogo e se divertir explorando a história tenha uma ótima chance de conhecer bem o enredo geral lendo o livro, mas se você tiver um console da geração atual ou computador que rode o AC 2, a minha dica é que compre o jogo e nem olhe para o livro, pois seria perder dinheiro e tempo.

Apesar de todas as minhas altas expectativas com o livro terem sido destruídas, ainda estou com vontade de ler os outros (Irmandade e Cruzada Secreta, mesmo que tenha que pegar os livros em inglês, o que, afinal, não fará diferença nenhuma mesmo), só que mais por ser fã da franquia de jogos e da história geral do que pelos livros em si.


Sleopand Bits #01

É isso aí leitores e leitoras do Sleopand, estamos trazendo a vocês o Sleopand Bits, nosso minicast semanal que vai tentar trazer a vocês um pequeno debate sobre um ou dois temas e também o que estamos jogando. Nesse primeiro episódio tivemos uma edição fraquinha, por ser o nosso primeiro epísódio, mas na próxima estaremos com uma edição melhorzinha, haha.


No nosso primeiro episódio trazemos @_crazymark, @Deff_strash e @Roberto_dash comentando sobre o Ouya e o Wikipad e também falando sobre Legend Of The Ghost Lion, WWE 12 e Megaman 2.


Comentados ao longo do cast:

O que é Kickstarter
Ouya
Wikipad
Mega Man 2

Nos mande o seu feedback através do Twitter @Sleopand e do email Sleopand@outlook.com

Sucesso de Resident Evil 4 deixa criadores sobre pressão

O sucesso do game Resident Evil 4, que foi lançado em 2005, trouxe uma incrível demanda para os desenvolvedores dos títulos seguintes da série. Para os responsáveis por Resident Evil 6, a pressão que o game tão aguardado traz é constante. 


O game Resident Evil 5 foi bem-sucedido não apenas pelo fato de se parecer com o seu antecessor mas também pelo fato de ter trazido ainda mais fãs para a série. A expectativa agora é que Resident Evil 6 tenha um sucesso semelhante, não somente para os fãs de agora, mas também para os velhos fanáticos pela série.


O título irá chegar aos consoles Xbox 360 e Playstation 3 no dia 2 de novembro de 2012.  

E se Assassins Creed se passasse no Brasil?




De uns tempos pra cá o Brasil começou a ser um cenário muito usado tanto no mundo dos filmes como no dos consoles. Estava lendo algumas matérias no blog do Tecmundo e encontrei essa matéria muito interessante e resolvi postar aqui no blog porque acredito que vocês irão gostar também.
A imagem que deu origem à brincadeira (Fonte da imagem: Reprodução/Ubisoft)

Embora o lançamento de Assassin’s Creed 3 esteja cada vez mais próximo, o jogador brasileiro passou a esperar outro destino para a popular série da Ubisoft. Desde que o produtor executivo da franquia, Sebastien Puel, declarou que o Brasil possui um ótimo cenário para um novo jogo, muita gente ficou imaginando se a afirmação não era um indício do que estava por vir.

É claro que nada foi confirmado e tudo não passou de uma simples sugestão, apontando o período colonial ou até mesmo das bandeiras como bons momentos históricos a serem explorados. No entanto, não nos limitamos a esperar qualquer decisão do estúdio e decidimos dar asas à nossa imaginação, tentando trazer o Credo dos Assassinos para terras verdes e amarelas e contextualizar a guerra entre assassinos e templários dentro da nossa História. Será que funciona?


O herói negro

O início da saga no Brasil Colônia


Nos mais de 500 anos de História, nenhum período seria mais marcante para inserir a guerra invisível que marca a série Assassin’s Creed do que as últimas décadas do Período Colonial. Embora ainda fosse uma simples colônia de Portugal, trata-se de um momento bem conturbado socialmente, marcado por uma série de conflitos.
E, para representar esse momento, nada melhor do que o primeiro herói negro da franquia. Neste jogo, acompanharíamos a saga de Osei, um escravo fugido que acaba se deparando com um assassino e conhecendo os ideais de liberdade e igualdade que ele defende. Ao se tornarem aliados, o herói acaba participando de vários ataques a fazendas e engenhos até saber que há uma revolta prestes a acontecer em Minas Gerais.
Mesmo com suas habilidades, herói não consegue salvar Tiradentes (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
Ao chegar ao local, Osei e seu Mentor são apresentados ao homem chamado de Tiradentes e aos demais líderes da revolta. Com ideias semelhantes, eles unem forças e lutam contra as tropas portuguesas que comandam a região — até serem traídos por um de seus aliados. O protagonista até tenta evitar a morte de seu mestre e dos demais companheiros, mas não chega a tempo. É seu primeiro contato com os templários.
O jogo, então, nos levaria para a Bahia, onde um novo foco de revolta surgia. Lutando contra as forças da Corte, o assassino percebe que seu inimigo ainda é invisível, estando a milhares de quilômetros de distância de suas armas. Tentando pôr um fim na falta de liberdade de brancos e negros, o herói falha mais uma vez, principalmente quando seu principal inimigo não pode ser derrotado.
No entanto, a chance de sua vida surge em 1808, quando a Família Real portuguesa foge para o Brasil de uma ameaça maior na Europa. Já no Rio de Janeiro, Osei tenta acabar com a vida de D. João VI, mas descobre que ele nada mais é do que um brinquedo na mão do verdadeiro governante: o templário António de Araújo e Azevedo.
Depois de quase 10 anos de luta, o assassino consegue finalizar seu objetivo e acabar com a influência de Azevedo sobre D. João, que pouco depois é convencido a voltar para Portugal e a deixar o Brasil nas mãos de seu filho, Pedro. Osei e seus aliados tentam se infiltrar na nova Corte para influenciar o príncipe a declarar independência — algo que eles conseguem somente em 1822, depois de muitas batalhas.
No entanto, mesmo depois de tanta luta e sangue derramado, o assassino percebe que nada mudou e que a nova cúpula do Império está tão imunda quanto antes. Decepcionado, ele abandona o manto e se exila no interior, deixando o novo país livre para que os templários atuem mais uma vez.

A ameaça invisível


O império do país em chamas


Mesmo após a independência, as coisas parecem não ter mudado no país. A situação da população continua a mesma, ou seja, pobre e sem oportunidades. Mais do que isso, os templários voltaram a exercer poder sobre o novo Império. Além de tudo, eles se aproveitaram da recente volta de D. Pedro I para Portugal para comandar de vez o Brasil.
Como o sucessor da coroa ainda era criança, os regentes assumiram o poder e a entregaram à Ordem. É nesse contexto que o assassino David surge na capital para protagonizar essa sequência. Vindo como um herói da Revolução Farroupilha, ele logo se junta a outros membros da Irmandade para tirar seus inimigos do poder.
Após diversos combates contra as forças regenciais, o assassino consegue chegar muito próximo de eliminar Diogo Feijó, um dos principais responsáveis pelo domínio templário no Brasil. Apesar de não tê-lo derrotado, os assassinos conseguiram expulsá-lo da Corte e realizar o golpe que fez com que o menino Pedro, de apenas 15 anos, se tornasse imperador — e amigo da Irmandade.
Com o imperador ainda criança, os templários comandaram o país (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
É aqui que o jogo mais se diferencia de todos os demais da série. Isso porque o Credo dos Assassinos não tentará derrubar um poder corrupto, mas manter um que tem potencial para ser próspero. Para isso, David e seus irmãos deveriam viajar pelo país para combater movimentos separatistas e rebeliões comandadas pelos próprios templários para desestabilizar o Estado em uma clara tentativa de voltar ao poder.
Ao longo dessas viagens, ele conhece a história de Osei, um assassino que atuou na região há anos e que sonhava com um país livre e igual entre raças, mas que desistiu da Irmandade após ver seu sonho ruir pela corrupção. Assim, David adota esses ideais e volta para o Rio de Janeiro na tentativa de trazê-los à realidade — o que consegue apenas em 1888, ao convencer a Princesa Isabel a abolir qualquer tipo de escravidão.
A decisão, no entanto, foi o estopim perfeito para que os templários voltassem a agir. Reunindo aristocratas que perderam sua principal mão de obra, eles voltaram ao poder ao derrubar o Império para estabelecer a República — um novo regime sempre significa facilidade de ser controlado.
David, já idoso, pouco pôde fazer para conter a revolta. Embora ele e seus irmãos tenham tentado impedir o avanço inimigo, a idade tirou a habilidade do assassino, que tombou antes de ver se o Imperador sobreviveu. Os templários venceram mais uma vez.


Os templários fardados

O país sem voz

Por muitas décadas, o Brasil esteve sob o controle dos templários. No entanto, foi somente em 1964 que eles voltaram a atacar a estrutura da sociedade com mais força. Sob o pretexto da ameaça comunista, a Ditadura Militar é instaurada e o país fica sendo controlado pela Ordem por quase 20 anos.
É nesse ponto que o terceiro e último game da trilogia nos apresentaria Douglas, um jovem que vê sua hora de agir quando seus inimigos decretam o infame Ato Institucional Número 5. Treinado por seus pais — assassinos sobreviventes da Ditadura Vargas —, ele começa a agir em grandes cidades para impedir que inocentes sejam vítimas da repressão militar.
As primeiras missões seriam como mensageiro entre os grupos estudantis, mas suas habilidades logo são exigidas pela Irmandade, que colabora com o movimento de esquerda. Após se mostrar eficiente eliminando soldados, Douglas é convocado pelo MR-8 para algo maior: sequestrar o embaixador americano Charles Burke.
Herói moderno usava novas armas para acabar com a repressão (Fonte da imagem: Tecmundo/Nick Mancini)
Assim como os demais jogos, este Assassin’s Creed traria algo diferente em sua estrutura. Ao contrário de tudo o que se viu até agora, a influência da Ordem dos Templários parece não diminuir, mesmo com os constantes ataques da Irmandade. Eles eram o Governo, e não apenas pessoas influentes. Era uma hidra impossível de ser derrotada.
Ainda assim, Douglas continua na luta para enfrentar os militares, mantendo a população longe da violência. Porém, mesmo com seus esforços, muitas vidas se perdem, inclusive a do jornalista Vladimir Herzog, um forte aliado na luta contra a repressão. Tomado pela culpa, ele decide agir de maneira mais efetiva.
É aí que temos a ida para Brasília, criando o palco perfeito para que o assassino atue. Primeiramente, a cidade foi projetada por um velho amigo da Irmandade, o que faz com que a movimentação furtiva sobre os prédios seja ideal para a caçada aos militares. Além disso, todos os principais templários estavam ao seu alcance, fazendo com que sua lâmina seja mais necessária do que nunca.
Depois de derrubar todos os grandes nomes da Ordem, o herói finalmente veria o processo de abertura política. No entanto, quando acreditava que a liberdade estava prestes a ser obtida, mais sangue foi derramado: os templários tentaram armar um ataque terrorista em meio a um evento para culpar os chamados “vermelhos”. Douglas consegue impedir a explosão da bomba no Riocentro, mas sai gravemente ferido.
Mesmo assim, ele consegue sobreviver para ver a última parte do game: o fim da influência da Ordem sobre o Regime Militar e o retorno da democracia. Apoiando o novo presidente — aliado dos assassinos —, ele acredita que seu trabalho está, enfim, terminado. Contudo, ele percebe seu erro ao ver o recém-eleito governante ser morto e, mais do que isso, ao ver seu próprio sangue tocar o chão. Um tiro pelas costas que lhe deu a resposta que sempre procurou: o Brasil nunca estará livre dos templários, que se escondem em todas as partes do governo, permanecendo invulneráveis a qualquer ameaça ou revolução. A ameaça é real, embora invisível.


Muito mais história

Agora é sua vez

Como dito, esses são apenas alguns momentos históricos em que a história dos assassinos poderia ser contada em nosso país, mas não quer dizer que sejam os únicos. Embora poucos deem valor, o passado do Brasil é rico o suficiente para que vários outros personagens surjam para mostrar que “nada é real, tudo é permitido”.
A Ubisoft já deu a dica para um novo personagem (Fonte da imagem: Reprodução/Ubisoft Brasil)

Por isso, contamos com sua participação.Em que outros períodos da História do Brasil poderíamos ter um novo game da série Assassin’s Creed? Se um dia prepararmos uma sequência, sua ideia pode aparecer aqui.

Ilustrações: Nick Mancini
Texto: Durval Ramos
 Tecmundo

E aí? Gostaram da matéria? Comentem o que vocês acharam!